Sem direito à informação

| 13/02/2017 - 00:00


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Muitos cidadãos chineses estão perdendo seus empregos por criticar o revolucionário Mao Tsé-Tung e outros heróis comunistas. Além disso, agora estão perdendo também a privacidade porque as autoridades chinesas introduziram a repressão também no mundo virtual, com a proibição do uso de VPN (Virtual Private Network), um software que dá acesso aos sites que são bloqueados pelo governo.

O Grande Firewall da China censura “sites” como o Facebook, YouTube, Twitter e Google. “O vasto sistema de vigilância das autoridades e controle de conteúdo da internet impede os chineses de acessar determinadas páginas e isso afeta também os cristãos que podiam recorrer a materiais evangelísticos”, comenta um dos colaboradores da Portas Abertas.

Em novembro passado, o poder legislativo chinês aprovou um projeto de lei que reforça os poderes do governo para bloquear informação e difusão de dados que considera ilegais, bem como obter registos de mensagens. “Se as autoridades conseguirem eliminar todo o uso não registrado de VPN, irão monitorar com mais rigidez as comunicações. Tudo isso mostra a mentalidade geral dos líderes chineses, que está afetando também os cristãos”, conclui o colaborador.

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