Quando cristãos se unem para orar pela Igreja Perseguida

Participantes da Tarde de Oração relatam sobre sua experiência ao interceder pelos irmãos perseguidos

| 05/09/2018 - 00:00

Participantes da Tarde de Oração se reúnem para interceder pela Igreja Perseguida

Participantes da Tarde de Oração se reúnem para interceder pela Igreja Perseguida


Ontem foi dia de abrir a sede da Portas Abertas Brasil para mais uma Tarde de Oração. No encontro, que reuniu um bom número de participantes, cerca de metade veio pela primeira vez. Durante a abertura, o secretário-geral, Marco Cruz, conduziu uma oração pelas mulheres que vão viajar neste mês para Holanda e Bangladesh, com objetivo de encorajar cristãos locais e visitar projetos da Portas Abertas.

O objetivo do encontro, que é aberto para todos, é despertar a igreja brasileira para orar pelos cristãos perseguidos. Silmara Akizawa, que veio pela primeira vez, compartilha: “Eu tinha uma noção muito vaga sobre os cristãos perseguidos, que não podiam adorar a Deus livremente, mas não tinha a real noção do que passavam. Para nós é tão fácil ir a uma igreja, ler ou comprar uma Bíblia enquanto eles não têm nem acesso a isso. Eu acho que temos que orar muito por eles e ajudar”.

Outra participante que esteve pela primeira vez na Tarde, foi Jessica Gunther Montero Fanizzi, de 22 anos, que disse ter sido uma experiência maravilhosa poder orar pelos irmãos perseguidos, conhecendo realidades muito diferentes da nossa. “Muitas vezes a gente reclama sem ter um motivo real e vemos isso ao comparar nossa realidade com a dos cristãos perseguidos. Às vezes temos preguiça de ler a Bíblia, de orar, sendo que isso é um privilégio que não sabemos valorizar”, explica.

Para Silvania Silva, que já participa das reuniões há quase 10 anos, isso representa o fortalecimento de sua fé. “Toda vez que eu participo da Tarde de Oração, que conheço a história do irmão perseguido, isso me fortalece. Eles são usados por Deus para que tiremos nosso olhar de nós mesmo e olhemos para fora”, conta. A moçambicana Luísa Lucas, que também esteve pela primeira vez, diz que é como se uma cortina fosse aberta para ver o mundo lá fora, como as pessoas vivem, o que estão passando. “Às vezes passamos por situações e achamos que é o fim do mundo. Com encontros como esse, percebemos que tem pessoas que passam por situações muito mais difíceis, que precisam de alguém que ore por eles. A nossa oração vale muito em seus efeitos”, explica.

Você também pode interceder conosco em nossa próxima Tarde de Oração, que será em 6 de novembro, a partir das 14h30. Para orar desde já, você também pode se unir a um dos grupos de oração espalhados por todo o Brasil. Descubra qual é o grupo mais próximo de você.

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