Observadores temem nova opressão contra cristãos

| 12/10/2005 - 00:00


Um membro de uma igreja pentecostal na tensa província de Sulawesi Central foi assassinado em meio a preocupações sobre a recente violência religiosa na área. Observadores de direitos humanos disseram, no dia 6 de outubro, que milhares de cristãos foram mortos na região nos últimos anos.

Foi relatado que Pamiton Tadoa, de 53 anos, da Igreja Pentecostal Tabernáculo, foi baleado na cabeça na área de Poso enquanto "ele ia de moto para a escola na qual trabalhava como tesoureiro". O assassino não foi identificado.

Sua morte trouxe temores de uma nova opressão islâmica contra os evangélicos na Indonésia. De acordo com informações da Portas Abertas Internacional, entre 1998 e 2003, 10 mil cristãos morreram nas mãos do Islamic Jihad Warriors (Guerreiros da Jihad Islâmica) na Indonésia, e cerca de mil igrejas foram incendiadas por bandos islâmicos.

IGREJA PENTECOSTAL FECHADA

Outros investigadores e grupos de direitos humanos afirmaram que no dia 29 de setembro, a igreja Assembléia Indonésia do Pentecostes, na capital de Java Ocidental, foi fechada por autoridades locais, que cooperavam com os militantes islâmicos.

Centenas de igrejas foram obrigadas a fechar, especialmente em áreas como Java Ocidental.

A Indonésia é o maior país muçulmano do mundo. De acordo com estimativas, 88% do total de sua população são muçulmanos, enquanto os cristãos perfazem menos que 10%. Grupos de direitos humanos dizem que comunidades muçulmanas reforçaram seus protestos contra as atividades cristãs, temendo a disseminação do cristianismo com os esforços para auxiliar para as vítimas do tsunami.

Grupos cristãos de ajuda se envolveram nos projetos de auxílio e educação na seqüência da tragédia do tsunami, que matou pelo menos 220 mil pessoas em uma dúzia de nações asiáticas.


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