Cristãos enfrentam perigos para evangelizar

| 10/10/2005 - 00:00


Na seqüência do golpe de março e das eleições bem-sucedidas, os cristãos enfrentam algumas dificuldades em suas tentativas evangelísticas nesta nação.

Malcolm Smith, do Bible Mission International (Missão Bíblica Internacional) diz que "à medida que eles  saem dessas vilas, a parte mais fanática dos grupos religiosos tenta pressioná-los, impedindo-os de voltar a entrar e a trabalhar nas vilas".

Cerca de 75% da população do Quirguistão se considera muçulmana. Malcolm diz que a mudança no governo trouxe consigo problemas econômicos e de reforma agrária. Segundo ele, isso tem abrandado os corações: "Podemos entrar nas vilas com auxílio humanitário, levar comida e roupas, e supri-los nas áreas onde há necessidade. E, desta forma, podemos compartilhar o evangelho com eles.

Malcolm diz que esse não é um exemplo isolado. "Distribuímos mais de um milhão de porções das Escrituras e mais de 100 mil Evangelhos na língua quirguiz. Há coisas maravilhosas acontecendo, apesar das dificuldades".

Os cristãos estão sendo cuidadosos, afirma Malcolm. "Há bolsões onde o islamismo está entranhado, e esses são lugares bastante fundamentais. Eles são muito perigosos; neles pessoas já foram trancadas em casas e ameaçadas de morte. É uma situação bem perigosa.

Com o crescimento das incertezas políticas no Uzbequistão, os cristãos têm oportunidades ainda maiores de compartilhar a sua fé. Mais de 700 mil uzbeques podem ser alcançados ao longo da fronteira com o Quirguistão. Assim, enquanto as pessoas pensam e louvam a Deus pelas coisas que Ele tem feito entre o povo quirguiz, elas podem agradecer também pelo que Deus está fazendo entre o povo uzbeque - alguns dos refugiados que atravessaram a fronteira".

Texto enviado por Daila Fanny.


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