Liberdade religiosa é examinada no Uzbesquistão e Turcomenistão

| 08/08/2005 - 00:00


A maneira como os Estados Unidos pode fazer justiça com sua política de promoção da democracia e dos direitos humanos foi o foco de um informe oficial intitulado Dilemas Estratégicos dos EUA no Uzbequistão e Turcomenistão".

O informe foi realizado em conjunto pela Comissão dos Estados Unidos de Liberdade Religiosa (USCIRF) e o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS).

A Comissão foi criada tanto para monitorar o status da liberdade de pensamento, consciência, religião ou credo globalmente como para fazer recomendações ao presidente, ao Secretário de Estado e ao Congresso sobre como o governo americano pode proteger e promover futuramente essa liberdade e direitos humanos em suas relações com outros países", afirma o presidente da USCIRF, Michael Cromartie, na abertura do informe.

Michael e o vice-presidente da USCIRF, Felice D. Gaer, começaram o informe explicando porque a comissão, no começo de 2005, considerou tanto o Turcomenistão como o Uzbequistão como sendo "Países de Preocupação Particular".

Michael disse que o Turcomenistão estava "entre os estados mais repressivos do mundo".

Felice disse que a Comissão, da mesma forma, soube que o governo do Uzbequistão foi responsável por severas violações aos direitos humanos, incluindo liberdade de pensamento, consciência, religião ou credo, e recomendou ao secretário de estado que o Uzbequistão fosse nomeado um País de Preocupação Particular (CPC), de acordo com o Ato Internacional de Liberdade Religiosa de 1998.

Felice reconhece que ameaças de segurança realmente existem no Uzbequistão, incluindo a dos membros do Hizb ut-Tahrir, um grupo islâmico fundamentalista radical, e outros grupos que afirmam uma ligação religiosa, mas essas ameaças não desculpam ou justificam o objetivo e a crueldade do mau-tratamento do governo aos religiosos".

A lei "deixa claro que a política dos Estados Unidos deve tomar medidas firmes em relação a esses países considerados como sendo severos violadores da liberdade religiosa", explicou o vice-diretor de Política da USCIRF, Tad Stahnke.

"Isso não exige automaticamente sanções, mas requer que a Secretária de Estado faça orientações diretas ao país para encontrar maneiras de melhorar a situação", ele disse.

A lei que estabeleceu a Comissão também estabeleceu um Escritório de Liberdade Religiosa Internacional no Departamento de Estado. O escritório deve relatar anualmente as condições da liberdade religiosa em todo o mundo bem como as ações dos EUA para promover liberdade religiosa.

Texto enviado por Daila Fanny.


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