Dois estudantes permanecem escondidos depois de suas famílias serem at

| 12/02/2005 - 00:00


Em novembro de 2004, militantes muçulmanos pronunciaram uma sentença de morte para cinco estudantes cristãos, expulsos de escolas públicas por fazerem evangelismo. 

Em 26 de janeiro de 2005, as famílias de dois dos estudantes, de Hannatu Haruna Alkali e de Abraham Adamu Misal, foram atacadas quando os militantes foram até a casa de suas famílias, no estados de Gombe, no norte da Nigéria, com a intenção de matá-los.

Uma irmã de Hannatu, que pediu para não ser identificada, contou que os militantes muçulmanos atacaram a casa por várias vezes. Os membros da família temem por suas vidas.

O reverendo Oludare Aliu, coordenador nacional do ministério dos estudantes da Igreja Evangélica da África Ocidental (IEAO), confirmou o relato. Os militantes muçulmanos foram para Gombe para matar Hannatu, mas, felizmente, ela não estava em casa naquele momento. A família foi mantida sob a mira da arma. O pai de Hannatu é um comandante militar. Ele combateu com os militantes e conseguiu desarmar um deles que tinha uma arma. Enquanto ele estava lutando contra os militantes, um deles perfurou a mão de Hannatu com uma faca. Os seus ferimentos foram tratados".Ela agora está escondida.

Os militantes também atacaram a família de Abraham Adamu Misal; ele já escapou e agora se encontra escondido. Entretanto, estamos buscando mais detalhes sobre o paradeiro dos outros três estudantes, adicionou Aliu.

Hannatu, Abraham, e outros três estudantes cristãos (Habakkuk Solomon, Hankuri Gaya, e um estudante identificado como Uzochukwu) foram expulsos pelas autoridades da Universidade de Abubakar Tafawa Balewa (UATB) e da Politécnica Federal, em Bauchi, por compartilhar o Evangelho com estudantes muçulmanos. De acordo com funcionários públicos nas duas escolas, muçulmanos reclamaram que os estudantes cristãos blasfemaram o profeta Maomé.

Em 8 de dezembro de 2004, Sunday Nache Achi, um estudante e presidente de campus do ministério de estudantes da IEAO, na UATB, em Bauchi, foi morto enquanto acontecia um incidente. Ele não fazia parte do grupo de estudantes cristãos que proclamam o Evangelho.

Em janeiro, representantes da Associação Cristã da Nigéria em Bauchi exigiram que o governo nigeriano conduzisse investigações sobre o assassinato de Achi e fizesse justiça àqueles que o mataram. Eles também exigiram a reintegração dos cinco estudantes cristãos expulsos e a remoção dos diretores de duas escolas públicas por contribuir para os conflitos entre os muçulmanos e estudantes cristãos.

Em 25 de janeiro, líderes muçulmanos em Bauchi realizaram uma entrevista coletiva. Eles exigiram que todos os muçulmanos defendessem o Islã e resistissem à exigência dos líderes cristãos em relação a morte do senhor Achi para ser entregue à justiça.

Alhaji Muhammad Dan Madami, que liderou a conferência, disse que o líder muçulmano se opôs à integração dos estudantes cristãos e apoiou as atividades dos militantes muçulmanos. Ele também disse que o governo nigeriano não deve remover os diretores muçulmanos das duas escolas.

Os incidentesna UATB e na Politécnica Federal de Bauchi tinham a intenção de, deliberadamente, provocar os muçulmanos, disse Alhaji. Desta forma, todos os muçulmanos devem estar preparados para defender sua religião e a pessoa e o bom nome do profeta do Islã, Maomé, em todo os momentos.


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