O irmão Dr. Césio pede oração por justiça em seu processo

| 15/07/2004 - 00:00


O irmão Dr.Césio, acusado de doze crimes contra crianças em Altamira-PA, enviou uma mensagem para Portas Abertas ontem. Primeiro, ele louva a Deus porque a verdade sobre estes crimes está surgindo. Segundo, pede oração porque o processo contra ele ainda não está resolvido.

Veja abaixo sua mensagem.

Suas orações chegaram ao Trono da Graça e Deus ergueu a Sua destra fiel. O verdadeiro criminoso, Francisco das Chagas Rogrigues de Brito, confessou trinta crimes cometidos por ele em São Luiz-MA com as mesmas características dos doze crimes, confessados também por ele, cometidos em Altamira-PA, quando residia nesta cidade. Confessou também que agiu sozinho e que não me conhece e nem os outros que foram envolvidos. O laudo psiquiátrico da polícia maranhense atesta que ele é o mesmo psicopata, frio e calculista.

No entanto, a promotora paraense, Rosana Cordovil, disse na imprensa que irá achar as evidências do envolvimento do réu confesso comigo e com os demais envolvidos, ou seja, tentará forjar do mesmo modo que forjaram testemunha falsa contra mim (Ex 23:1-2; Pv 19:5 e 9; Is 54:17).
Continuem em campanha de oração para que esta armadilha diabólica armada seja destruída para honra e glória de Deus.

Césio Brandão

Veja a notícia da confissão do mecânico Francisco e das declarações da promotora Rosana Cordovil.

Entenda o caso

Dr. Césio Flávio Caldas Brandão é acusado de participar dos crimes de castração, assassinato e tentativa de assassinato de cinco meninos entre 8 e 13 anos (dois sobreviveram), no período de 1989 a 1993, em Altamira-PA. O resultado final do julgamento condena quatro pessoas.

O irmão Dr. Césio alega inocência e alega que não pôde se defender adequadamente. Ele diz ter sido implicado sem sequer morar no local onde os crimes foram cometidos e aponta falhas jurídicas nos procedimentos que levaram à sua condenação. Dentre essas falhas, destaca-se o fato de toda a sua ligação com os crimes acima descritos estar baseada no relato de uma testemunha com idade avançada e problemas mentais. Além disso, o Dr. Césio e seu advogado destacam a enorme pressão exercida sobre as autoridades brasileiras, inclusive pela comunidade internacional, para que o caso fosse julgado de forma vigorosa. Tais pressões teriam diminuído a possibilidade de defesa do Dr. Césio, e permitido a ocorrência das já mencionadas falhas no curso de seu julgamento.

Tudo o que o irmão Dr. Césio pede é que lhe seja dada uma oportunidade completa de se defender das acusações. Ele afirma que se forem examinadas as evidências com uma atenção maior do que a prestada até o momento ficará claro o engano em acusá-lo.

Ele é médico, antes de sua detenção foi diretor de um hospital da Fundação Nacional de Saúde, é pai de três filhos e desfruta de uma elevada reputação junto à 1ª Igreja Presbiteriana do Brasil em Vitória, Espírito Santo, da qual é membro desde a infância. Para que ele tenha praticado a emasculação e assassinato de crianças, tem que ser verdade o fato de que ele tenha mantido uma vida dupla durante mais de dez anos enganando, pelo menos, sua família, os irmãos de sua igreja e seus pacientes no hospital.

Este fato não se mostra como um caso de perseguição religiosa - pelo menos não vemos indícios - mas ainda assim é um membro do Corpo pedindo ajuda, pedindo uma oportunidade, pedindo justiça.


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