Estratégias dos cristãos para manter a igreja viva

| 21/01/2017 - 00:00


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Na Somália, a liberdade de religião simplesmente não existe. Se alguém for pego com uma Bíblia certamente enfrentará a morte. As reuniões entre irmãos devem acontecer com o maior sigilo e eles não podem permanecer juntos por mais de três horas, a fim de não levantar suspeitas. Eles costumam deixar o local de reunião individualmente, e com intervalo de tempo entre um e outro.

Muitos ex-muçulmanos continuam a frequentar as mesquitas para não chamar a atenção de seus familiares. A nova fé deve ser mantida em segredo. Em suas orações, enquanto estão entre os muçulmanos, os cristãos dirigem as palavras em pensamento à al-Masih (Jesus, o Messias). “Sabemos que qualquer um que seja suspeito de ser cristão será torturado e morto, então oramos secretamente. Temos orado ao lado de muçulmanos, de noite ou de dia. Apesar de todo o cuidado, muitos de nossos amigos foram mortos. Vivemos com medo!”, disse Ahmed, um cristão somali.

Para evitar o sequestro e a morte, muitos cristãos tentam fugir do país, mas a minoria consegue partir sem ser descoberta. Há relatos de que alguns tenham os dedos cortados por não negar a Cristo. O governo do país demonstra sérias violações dos direitos humanos e a igreja sobrevive nesse cenário violento e cheio de contradições. Lembre-se dos nossos irmãos somalis em suas orações.

Juntos pela África
Os cristãos de alguns países da África Subsaariana enfrentam uma das piores perseguições de sua história. No dia 11 de junho, data escolhida para o Domingo da Igreja Perseguida 2017, juntos faremos mais pelos nossos irmãos dessa região.
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