Entenda a lei de blasfêmia no Paquistão

Mesmo aqueles que não crêem no islã são obrigados a seguir as regras islâmicas e estão sujeitos à punição

| 15/09/2016 - 00:00

O conjunto de leis islâmicas rege as vida de todos, até mesmo dos não muçulmanos

O conjunto de leis islâmicas rege as vida de todos, até mesmo dos não muçulmanos


A sharia é um sistema de leis muçulmanas que foi criado há centenas de anos, após a morte de Maomé, considerado “o profeta” pelos seguidores do islamismo. Nesse sistema há regras de comportamento que devem ser seguidas à risca em todas as áreas da vida. Há penas severas para aqueles que não seguem essas leis. A questão é que o sistema atinge até mesmo os não-muçulmanos, como no caso dos cristãos.

Compartilhar o evangelho, por exemplo, faz dos cristãos “violadores” das regras mais básicas da sharia. Induzir alguém a acreditar em outra fé que não seja o islã é considerado proselitismo. Essas disposições anti-blasfêmia no Paquistão são mecanismos legais camuflados em “armadilhas políticas”, como mostra a matéria principal “As Leis de Blasfêmia”, da Revista Portas Abertas desse mês.

Nos últimos 40 anos, o número de casos de blasfêmia aumentou 16 vezes e a maioria envolve cristãos. Não tem sido fácil para os nossos irmãos paquistaneses enfrentar tantos desafios e lutas.


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