Cristãos sírios escolhem ficar no país

| 26/11/2014 - 00:00


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Jovens como Gloria do leste da Síria; ou Kefas, de Aleppo (os nomes foram trocados por motivo de segurança). Kefas disse recentemente: “Eu fiquei, sim. As pessoas precisam de nós. Se sairmos, quem vai ajudar, quem vai compartilhar o evangelho?”.

“Eu não me esqueço de como nossas vidas eram antes da guerra. Eu não conseguia entender como o apóstolo Paulo, relata na Bíblia, poder se alegrar em situações difíceis. Agora eu sei. Eu sinto a alegria do Senhor, na situação em que estamos”.

O jovem ainda afirma que, apesar do medo, ele assume o risco e a responsabilidade de ser Igreja. “É claro que eu estou com medo, eu sou humano. Mas a Igreja não existe para ‘nada’, a igreja tem um propósito, temos uma responsabilidade. De certa forma, somos como a primeira Igreja, ela foi perseguida também”.
 
Gloria se diz emocionada quando sabe que pessoas em todo o mundo oram pela Síria. “Isso incentiva e me toca. Precisamos disso, é bom saber que o mundo está preocupado conosco e intercede por nós. É difícil. Vivemos em uma situação perigosa e há muito que fazer”.


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