Cristãos não encontram plena paz

| 06/03/2017 - 00:00


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Apesar de notícias recentes assegurarem o desarmamento da maioria dos guerrilheiros do grupo Seleka, o que trouxe uma momentânea paz às minorias cristãs na República Centro Africana, forças da Organização das Nações Unidas (ONU) realizaram uma operação contra 40 combatentes de um dos dois grupos militantes formados por ex-guerrilheiros do Seleka.

Duas facções dissidentes do Seleka, mas rivais entre si, basicamente formadas por radicais islâmicos, caíram quando uma se preparava para atacar a outra sobre questões territoriais e sobre o controle de receitas tributárias ilícitas. Os combatentes estavam fortemente armados com AK-47 e granadas, e estavam prestes a atacar outras facções isoladas.

Esse incidente mostra que ex-combatentes do Seleka ainda estão armados e ameaçam a frágil paz. A situação de segurança permanece tênue e a permanência dessas milícias representa uma séria ameaça à segurança dos cristãos nas regiões predominantemente muçulmanas do país. Embora a missão de paz da ONU possa desempenhar um papel importante no fornecimento de um grau de proteção a esses grupos, a longo prazo, somente seu efetivo desarmamento pode realmente trazer alívio duradouro.

Juntos pela África
Os cristãos de alguns países da África Subsaariana enfrentam uma das piores perseguições de sua história. No dia 11 de junho, data escolhida para o Domingo da Igreja Perseguida 2017, juntos faremos mais pelos nossos irmãos dessa região.
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