Cristãos iraquianos temem retornar para casa

| 23/09/2014 - 00:00


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""Eu não consigo dormir por causa do som de bombas na minha cabeça"", diz Evan Faraj-Tobea, um iraquiano que trabalhava como professor de inglês em Qaraqosh, considerada a cidade mais cristã do Iraque.

Evan e sua esposa fugiram da cidade em junho. Depois de um tempo, eles voltaram crendo que a ameaça do Estado Islâmico havia diminuído. Mas, em seis de agosto, o grupo terrorista atacou novamente. Uma bomba matou duas crianças pequenas e uma jovem mulher. O casal acabou fugindo mais uma vez.

""Naquele dia, sentimos medo, porque era um som muito forte. Não podíamos viver naquelas circunstâncias. Não se pode ficar [contra o Estado islâmico].""

O jornal Washington Post informou esta semana que cerca de 120 mil cristãos iraquianos fugiram para a região semiautônoma do Curdistão. Esses refugiados perderam tudo o que tinham.

Evan e sua esposa fugiram de Qaraqosh em um carro, até que chegaram a um posto de controle curdo. Em seguida, caminharam seis ou sete horas a pé, percorrendo cerca de 40 quilômetros. Eles se refugiaram onde puderam; hoje, Evan dorme em um prédio construído em Ainkawa, um subúrbio cristão de Erbil, no Curdistão. Sua esposa fica a duas horas, em Dohuk. Evan diz que espera encontrar, em breve, um lugar onde eles possam viver juntos novamente.

A Portas Abertas tem trabalhado em prol do Iraque
Desde 1994, a Portas Abertas está no Iraque, lutando para manter esses corajosos irmãos vivos. E, hoje, o trabalho é ainda mais urgente e intenso. Cristãos refugiados precisam de auxílio para prosseguir a vida e sustentar sua família onde estão. A Igreja no Iraque precisa de socorro emergencial. Mantenha a Igreja viva no Iraque !


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