Continua a perseguição a novos convertidos na Uganda

| 25/11/2015 - 00:00


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Ultimamente, os muçulmanos da Uganda tornaram-se ainda mais intolerantes e violentos com os convertidos ao cristianismo. De acordo com um relatório do ministério Morning Star, no mês passado, muçulmanos do leste do país ficaram irritados com uma cristã e sentiram-se indignados por ela ter abandonado o islã.

A discussão terminou em agressão e morte da cristã, que era mãe de três filhos adultos e cinco crianças que tinham entre 9 e 12 anos. De acordo com um analista da Portas Abertas: ""O que está acontecendo em Uganda, atualmente, é muito preocupante. Por um lado, o grupo Forças Democráticas Aliadas (ADF), com sede em Uganda ocidental e oriental da República Democrática do Congo, tem trabalhado na criação de uma comunidade muçulmana radical, a fim de estabelecer um Estado Islâmico"".

O analista explica que muitos jovens estão sendo recrutados para essa guerra religiosa. ""A ADF tem uma conexão ativa com a Al-Shabaab e ambos são fortemente apoiados pelo governo do Sudão, e pelo próprio governo. Por outro lado, está se propagando rapidamente a radicalização de um governo que não tem piedade, em uma escala sem precedentes"", comenta o analista.

No passado, a conversão para o cristianismo não era um problema no país. Nos últimos dois anos, há inúmeros relatos de mortes com diversos tipos de armas e violação dos direitos humanos. ""Se a situação continuar assim, Uganda será um país com grandes possibilidades de entrar para a Classificação de Perseguição Religiosa do próximo ano"", alerta o analista de perseguição.


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