Campanhas anticristãs são realizadas com mais intensidade

| 26/11/2015 - 00:00


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Mao Tsé-Tung foi um político revolucionário chinês, líder comunista e um marxista fervoroso.

Liderou a Revolução Chinesa e foi o arquiteto e fundador da República Popular da China, governando o país desde a sua criação, em 1949, até sua morte em 1976. Ele costumava chamar a religião de ""veneno"" e que era necessário erradicá-la.

O atual governo chinês não diz publicamente que tem a mesma atitude em relação à religião. Os líderes repetem constantemente que desejam criar uma ‘sociedade aberta e livre’. No entanto, suas ações recentes sugerem exatamente o oposto.

A cidade de Wenzhou, que faz parte da província de Zhejiang, na China, tem experimentado uma campanha anticristã maciça e inédita nos últimos tempos. Mais de 1.500 cruzes foram retiradas de ambientes religiosos, por simbolizarem a fé cristã e mais de 400 igrejas foram completamente demolidas.

Tudo é controlado na China, tantos as igrejas quanto os meios de comunicação. Na realidade, não existe uma sociedade aberta e livre, mas os cristãos que vivem lá estão dispostos a pagar o alto preço desse desafio. De acordo com os relatórios da Portas Abertas: ""um jornalista e vinte famílias que foram contra a remoção das cruzes, foram colocados na ‘prisão negra’, onde as pessoas sofrem tortura física e mental. Ore por estes cristãos.


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