Aumenta o número de missionários sequestrados no Mali

| 30/04/2017 - 00:00


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Depois do sequestro da enfermeira cristã, Gloria Argoti, a região sul do país, local até então considerado seguro, de acordo com seus moradores, agora está em estado de alerta, já que o alcance dos militantes extremistas tem crescido consideravelmente. A região não sofria ataques desde 2015, quando ocorreu o primeiro incidente, no sul do país, ocasião em que mais de 20 pessoas morreram após o incidente no hotel Radisson Blu, em Bamako.

A cristã foi o primeiro alvo “latino-americano” no Mali, mas ainda não se sabe a real motivação dos sequestradores ao levá-la. Alguns europeus já foram atacados também. No mês de dezembro, uma trabalhadora humanitária franco-suíça foi sequestrada em Gao, uma cidade ao norte do país. Sophie Petronin que já vivia há alguns anos no Mali, dirigia uma organização não-governamental de ajuda às crianças desnutridas.

Em janeiro de 2016, uma missionária suíça foi sequestrada em Tombouctou, também no norte do país. Um vídeo divulgado, recentemente, pelo grupo extremista Al-Qaeda, no Magrebe Islâmico, mostrou imagens de Beatrice Stockly, ainda viva e aparentemente saudável. Dembele, o líder cristão responsável pela igreja onde Gloria Argoti trabalhava, lamentou que o país esteja se tornando cada vez mais inseguro para os missionários ocidentais e trabalhadores humanitários. Interceda por nossos irmãos.

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