Agricultora cristã vive experiências amargas, mas mantém sua fé firme

| 01/10/2015 - 00:00


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Etiópia é conhecida como o ""berço do café"", que saiu de solos etíopes para conquistar o mundo, na época em que a nação era rica e próspera e quando o Egito ainda era a rota principal do rio Nilo. Hoje, o país é conhecido como um dos mais miseráveis e, embora a prosperidade não exista mais naquelas terras, ainda há muitos cafeicultores.

É o caso de Belen, uma etíope sorridente, de 35 anos, dona de uma pequena cafeteria que fica numa área muito tradicional, no norte da Etiópia. Há algum tempo ela decidiu ser uma cristã, e tem vivido experiências amargas por causa isso. Seu marido foi embora, levando com ele seus três meninos – Dawit (8), Salomão (6) e Ataklti (4). Agora ela é rejeitada por toda a família.

O local onde ela vive é palco de grandes conflitos porque os extremistas etíopes lutam para manter o patrimônio cultural da região, e para isso, têm isolado os cristãos, negando seus direitos de herança, fazendo falsas acusações, destruindo igrejas e atacando-os fisicamente. Belen teve até mesmo suas terras tomadas pelo governo, as que foram herdadas de seu pai.

Recentemente, ela soube que o ex marido não tem cuidado bem dos seus filhos, mas ela diz: ""Eu não vou processá-lo por isso, ele é pai das crianças, eu prefiro deixar tudo nas mãos do Senhor e trabalhar para criar meus meninos"". Apesar das dificuldades, Belen é uma fiel seguidora do cristianismo e afirma: ""A resposta de Jesus sobre tudo isso pode parecer lenta, mas eu tenho certeza que Ele está trabalhando em silêncio por mim"", finaliza.


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