Em Berlim, pessoas se convertem ao cristianismo para salvar a vida

| 12/09/2015 - 00:00


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Em Berlim, capital da Alemanha, centenas de requerentes de asilo, principalmente do Irã e do Afeganistão, se converteram ao cristianismo em uma igreja evangélica. O fato chamou a atenção de um jornalista da agência de notícias americana, Associated Press, e o fez questionar sobre a legitimidade das conversões.

O pastor, Gottfried Martens, que testemunhou sua Igreja Trinity crescer de 150 para 600 membros, em apenas dois anos, disse à imprensa que o número de conversões foi ""milagrosa"" e que o motivo da conversão dos refugiados não era o que mais importava para ele, já que tem a seguinte convicção: ""Quem entra aqui não sai da mesma maneira, sempre é transformado"", justifica o pastor.

Ainda são esperados mais de 800 mil refugiados para entrar na Alemanha em 2015. Os sírios receberão asilo, mas não existe a mesma garantia para os países como Irã e Afeganistão, já que nos últimos anos, em média 50% das pessoas foram autorizadas a permanecer no país.

Segundo a agência de notícias, afegãos e iranianos que se convertem ao cristianismo podem ser punidos se voltarem ao seu país de origem com a prisão e até mesmo a pena de morte. Logo, é pouco provável que a Alemanha vá deportar um cristão convertido. Heydari, um crente iraniano explicou: ""Quando pedi asilo para a Noruega, em 2009, fui rejeitado porque as autoridades não acreditaram que eu era um cristão perseguido no Irã, agora estou aguardando a decisão dos alemães. O problema é que qualquer um finge que se converte ao cristianismo para se salvar, daí a situação se complica para quem é cristão de verdade"".


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