EUA estimulam liberdade religiosa no Sudão

Estados Unidos retiram sanções e propõe parceria integral mediante respeito aos direitos humanos

centenas-de-sudaneses-em-cerimonia

Durante uma visita ao Sudão, o vice-secretário de Estado norte-americano, John J. Sullivan, discursou na mesquita Al Neelain em Cartum, na última sexta-feira, 17. Ele disse que era o começo de um novo capítulo nas relações entre os Estados Unidos e o Sudão. Mas também disse que seu país continua profundamente comprometido num envolvimento com o Sudão em questões mais abrangentes, como a proteção da liberdade religiosa e a promoção de outros direitos humanos no país. 

O vice-secretário afirmou que na questão de liberdade de religião, o Sudão permanece como um “país de especial preocupação”. Ele mencionou o relatório anual do Departamento de Estado sobre Liberdade de Religião Internacional, que constatou a existência de “prisões, detenções, intimidação de líderes religiosos, recusa de permissão para construção de novas igrejas, restrição da entrada de não-muçulmanos no país e a censura de material religioso” no país. 

Sullivan disse que para que o Sudão se torne um parceiro integral dos Estados Unidos, deve, entre outras coisas, apoiar os direitos humanos, inclusive a liberdade religiosa. “Nós insistimos que o governo do Sudão proteja as liberdades básicas de expressão, reunião pacífica, associação, religião e movimento”. Mês passado os Estados Unidos revogaram algumas sanções contra o Sudão. 

Agradeça a Deus pelo contínuo envolvimento dos Estados Unidos na questão da falta de liberdade religiosa no Sudão. Ore para que Deus use isso para melhorar a situação de nossos irmãos e irmãs sudaneses. O país ocupa a 5a posição na Lista Mundial da Perseguição de 2017. 

Leia também

Governo faz campanha para tomar liderança de igrejas cristãs

Crianças são forçadas a fazer orações muçulmanas por comida

Liberdade religiosa em pauta no Sudão