A vida dos diáconos na Igreja Perseguida

A Portas Abertas parabeniza a todos os diáconos do Brasil e aos da Igreja Perseguida que dedicam suas vidas para fazer a obra de Deus

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Hoje, comemora-se o Dia do Diácono, no Brasil, ofício exercido nas igrejas, até os dias de hoje, por aqueles que desejam trabalhar na obra do Senhor. A origem do diaconato é descrita no livro de Atos, capítulo 6, quando os 12 apóstolos decidiram escolher pessoas de boa reputação, sábias e cheias do Espírito Santo para servir às mesas. Dessa forma, eles poderiam se empenhar mais na pregação da palavra. Atualmente, os diáconos desempenham outros tipos de função também, mas estão sempre focados em servir a Deus.

 

Neste dia, aproveitamos para fazer uma homenagem aos diáconos da Igreja Perseguida, e relembrar daqueles que morreram trabalhando. É o caso do egípcio Michael Nabil Ragheb, pai de uma menina de três anos e esposo de Sara. Ele era diácono na igreja de Tanta, que foi atacada no último Domingo de Ramos, no Egito. Sara contou que, naquela manhã, ele pediu para que ela e a filha se sentassem nos últimos bancos, e não no primeiro, como era de costume. Dessa forma, as duas se salvaram da explosão, mas Michael morreu. Segundo a esposa, ele costumava cantar na igreja.

 

Em novembro de 2014, um dos diáconos da igreja na Coreia do Norte, foi sequestrado e, desde então, nunca mais se ouviu falar nele. O diácono trabalhava com o pastor sino-coreano, conhecido como Han, que ajudava refugiados norte-coreanos e que foi morto em abril de 2016. Esses não são casos isolados, há muitos diáconos que enfrentam a violência e que são visados em países não-cristãos por estarem na frente dos trabalhos da igreja. Interceda pela vida de todos eles e de suas famílias, para que estejam seguros e protegidos pelo Espírito de Deus.

 

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