A questão da perseguição aos cristãos para o mundo

Enquanto comemoramos e agradecemos a Deus por nossa liberdade, em diversos aspectos, podemos orar pelos nossos irmãos perseguidos pelo mundo

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Casa e plantação destruídos pelo fogo, por causa da perseguição.

O feriado nacional brasileiro comemorado hoje, dia 21 de abril, “Dia de Tiradentes” é considerado um marco entre os tempos da exploração e a liberdade do nosso país. Mas o motivo que nos faz perceber que somos livres e independentes em vários aspectos, também nos faz pensar em nossos irmãos que não possuem essa mesma liberdade. No aspecto religioso, por exemplo, sabemos que boa parte da nossa família em Cristo não possui liberdade para adorar a Deus em mais de 50 países do mundo e, nos últimos anos, parece que a situação piorou ainda mais.

Após os ataques às duas igrejas no Egito, ocorridos recentemente, a advogada Ewelina Ochab, que é especializada em direito internacional, fez algumas reflexões sobre “o grupo religioso mais perseguido do mundo”, os cristãos, alertando que o tema ainda não é levado a sério. Apoiada por vários centros de pesquisa e instituições internacionais, ela observa que o cristianismo, normalmente, é visto como religião majoritária no Ocidente, logo “fica difícil perceber os cristãos como minoria em outros países, onde a crença corre até mesmo o risco de ser extinta, como em muitas nações do Norte da África e do Oriente Médio”, disse ela.

Citando Rupert Shortt, autor do livro Christianophobia: a faith under attack (Cristofobia: uma fé sob ataque), que sugere que isso ocorre porque os cristãos perseguidos não respondem com violência, daí a mídia fica sem produzir notícias. O autor também diz que a mídia é influenciada erroneamente ao considerar “a crítica aos muçulmanos como um ato de racismo” o que ajudou a sustentar a ideia de que o “cristianismo é uma fé ocidental”.

Ewelina concorda com as afirmações de Rupert e ainda acrescenta: “A perseguição religiosa é a maior e mais duradoura crise mundial, nos seguiu por milênios, e só piorou com o passar do tempo”, disse. Ela também cita os ataques do Estado Islâmico aos cristãos e que os bombardeios mais recentes são apenas exemplos da violência contra as pessoas que defendem a fé em Jesus. “É hora de perguntar a nós mesmos: quanto tempo mais vamos permitir que os cristãos sejam as pessoas mais perseguidas do mundo?”, conclui.

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Comentários

  • Luan Almeida
    21 abr 2017 de 18:31
     

    Vamos orar vamos orar, espero que possa ajudar mais futuramente, quem sabe indo à campo, desejo tenho...

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