Iraque

Em 2014, a liberdade religiosa se deteriorou seriamente para os cristãos sob a influência do estabelecimento de um califado pelo Estado Islâmico (EI), em grande parte do Iraque. Uma de suas metas é esvaziar o país de cristãos.

Prova disso é que, nos últimos meses, milhares de cristãos têm sido forçados a abandonar suas casas somente com a roupa do corpo; a maioria fugiu, principalmente de Mosul, como resultado da violência que se estendeu por essa e muitas outras cidades. Além disso, cristãos de origem muçulmana frequentemente enfrentam oposição não apenas dos extremistas, como também de suas famílias e comunidades (a lei iraquiana afirma que cada cristã nascida no país, mesmo em uma família cristã, sob contexto muçulmano, deve ser registrada como muçulmana).

Desde 1994, a Portas Abertas está no Iraque, servindo esses irmãos. E, hoje, o trabalho é ainda mais urgente e intenso. Cristãos refugiados precisam de auxílio para prosseguir a vida e sustentar sua família onde estão. Os poucos que permaneceram precisam de abrigo, alimento, água e remédios.

Em 2003, havia mais de um milhão de cristãos no Iraque. Hoje, restam menos de 350 mil por causa dos ataques contra a Igreja.

“Eu sonho com o dia em que todos os cristãos voltem para o Iraque, encontrem todas as igrejas abertas e vivam em paz”, diz um cristão refugiado no Curdistão.

Última atualização em 22/1/2015

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