República da Turquia

República da Turquia

  • Tipo de Perseguição: Opressão islâmica
  • Capital: Ankara
  • Região: Europa Oriental
  • Líder: Recep Tayyip Erdogan
  • Governo: República parlamentarista
  • Religião: Islamismo
  • Idioma: Turco (oficial), curdo
  • Pontuação: 66

POPULAÇÃO
MILHÕES

POPULAÇÃO CRISTÃ
MIL

Após o fracassado golpe de julho de 2016, as mudanças na Turquia foram drásticas. O governo assumiu mais poderes ditatoriais e o nacionalismo e a islamização aumentaram. A luta contra a minoria curda se intensificou e a Turquia assumiu uma posição muito mais assertiva no cenário internacional, tornando-se militarmente ativa na Síria e no Iraque, principalmente com as forças curdas.

Como resultado das novas e estritas políticas governamentais, o nível de intolerância contra todos aqueles que não estão do lado do atual líder, Erdogan, aumentou e esses enfrentam opressão. Os cidadãos não sunitas, incluindo a pequena minoria cristã, estão enfrentando uma pressão crescente, que se traduz cada vez mais em incidentes violentos. Essa tendência provavelmente continuará.


“Eles dizem que estavam esperando que voltássemos ao islã e que somos responsáveis por muçulmanos que vêm a Jesus. Dizem que nosso tempo acabou e que Alá lhes dará nossa cabeça.” 
PASTOR AMEAÇADO NA TURQUIA
 

O país viu uma elevação na ansiedade após a tentativa de golpe. A retórica feroz do governo deixou menos espaço para outras vozes, inclusive a cristã. Especialmente a vida da igreja se tornou mais difícil. Há mais suspeitas em relação aos cristãos, dificultando o alcance público e o evangelismo.
 

NOTAS SOBRE A SITUAÇÃO ATUAL

Os cidadãos devem declarar-se membros de um número limitado de "religiões" (islamismo sunita, igreja ortodoxa grega, igreja apostólica armênia ou judaísmo) – ou deixar a seção sobre religião, em seus cartões de identificação e registro público, em branco. Cristianismo evangélico ou protestante, islamismo xiita, islamismo Alevi ou Bahai ou até o ateísmo não são escolhas possíveis. Isso torna as pessoas vulneráveis à discriminação. Em muitas situações do dia a dia, o cartão de identidade deve ser mostrado e isso se torna uma informação pública que pode ser acessada facilmente. As pessoas com menos de 18 anos de idade não têm o direito de mudar sua religião no registro público, a menos que seus pais ou responsáveis legais mudem para elas.
 

A Turquia é um remanescente do Império Otomano, que consistiu nos Balcãs do Sudeste da Europa, na Turquia moderna, no Oriente Médio e em todo o Norte da África. O império participou da Primeira Guerra Mundial do lado perdedor dos impérios alemão e austríaco-húngaro.

O Império Otomano perdeu todos os seus territórios fora da Turquia atual quando a França e a Inglaterra dividiram o Oriente Médio e o Norte da África entre eles. Os turcos sentiram-se completamente humilhados. Isso levou ao estabelecimento do Movimento Nacional Turco.

Sob a liderança de Mustafa Kemal Pasha (conhecido também por Atatürk), a Guerra de Independência Turca foi travada, os exércitos de ocupação foram expulsos e um novo sistema político foi criado. Em 1 de novembro de 1922, o parlamento recém-fundado aboliu formalmente o sultanato, terminando assim 623 anos de domínio otomano. O Tratado de Lausanne, de 24 de julho de 1923, levou ao reconhecimento internacional da soberania da recém-formada "República da Turquia" como a continuação do Império Otomano.

Mustafa Kemal tornou-se o primeiro presidente da república e posteriormente introduziu muitas reformas radicais, com o objetivo de transformar o Estado otomano-turco em uma república secular.

O país rapidamente se modernizou. A Turquia tornou-se uma democracia multipartidária em 1945. A política era dominada pelo exército turco que encenou golpes em 1960, 1971, 1980 e 1997 contra os governos eleitos.

Políticos fortes foram vistos pelo público turco como incapazes e altamente corruptos, o que levou a uma mudança política em 2002. Desde 3 de novembro de 2002, a Turquia é governada pelo Partido Conservador da Justiça e Desenvolvimento (Adalet ve Kalkoinma Partisi – AKP) sob a liderança de Recep Tayyip Erdogan.

Desde 2002, a Turquia vem tentando reinventar sua imagem interna e pública. O conceito de ser um país ocidental e secular não é mais prioridade. Em vez disso, o islamismo é considerado o elemento que cimenta a sociedade turca.

A necessidade de aderir ao bloco ocidental desapareceu depois que a União Soviética entrou em colapso em 1991, quando a Turquia se voltou assiduamente para o Oriente Médio. O objetivo do governo desde então tem sido tornar a Turquia um dos principais atores da região, um modelo a ser seguido. Mas regional e internacionalmente esses objetivos não foram cumpridos nos últimos anos.

Em 2003, Erdogan tornou-se primeiro-ministro e, em 2014, foi eleito presidente da Turquia. Nas eleições de junho de 2015, o AKP perdeu a maioria absoluta no parlamento e as negociações para uma coalizão falharam. Nas novas eleições de 1° de novembro de 2015, o AKP ganhou a maioria absoluta.

SITUAÇÃO POLÍTICA E SOCIAL ATUAL

Sob a liderança de Recep Tayyip Erdogan, houve mudanças importantes na política internacional e doméstica. A Turquia distanciou-se da Europa, de Israel (um aliado tradicional) e voltou-se para o mundo muçulmano. Em 10 de agosto de 2014, depois de três mandatos como primeiro-ministro, Erdogan foi eleito presidente turco.

Em 15 de julho de 2016, um golpe não conseguiu desalojar o presidente Erdogan e o regime retaliou prendendo dezenas de milhares de soldados, policiais, juízes, políticos, jornalistas, professores, imãs (líderes islâmicos), etc., acusados de apoiar Gülen, o suposto líder nos Estados Unidos.

O nacionalismo, que já desempenhou um papel importante no país, subiu para novas alturas e as minorias estão sob pressão renovada, especialmente a população curda.

Em abril de 2017, foi realizado um referendo sobre reformas constitucionais, mudando a Turquia de uma democracia parlamentar para presidencial, o que garante grande poder ao presidente e o torna um absoluto tomador de decisões na política turca. Uma pequena minoria de 51% votou a favor das reformas e, em abril de 2018, Erdogan anunciou novas eleições tanto para o parlamento quanto para a presidência.

Ambas as eleições, realizadas em junho de 2018, foram ganhas por Erdogan e seu partido, AKP, fazendo-o um dos mais poderosos líderes que a Turquia já teve. Embora Erdogan tenha cancelado o estado de emergência que vigorava desde o golpe de junho de 2016, ele não impediu o governo turco de reprimir opositores políticos e apoiadores do golpe.

Um caso em particular foi a detenção do pastor americano Andrew Brunson, que ficou detido por dois anos, por supostamente apoiar Fethullah Gülen e o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), o que levou a sanções impostas pelos Estados Unidos. Brunson, que é da Carolina do Norte, viveu na Turquia por mais de 23 anos com a esposa e três filhos. Ele serviu como pastor na Igreja da Ressurreição de Izmir, até ser detido em consequência de um golpe fracassado em outubro de 2016. Um tribunal turco condenou o pastor por acusações de terrorismo e espionagem relacionadas ao fracassado golpe de 2016 contra o presidente Erdogan. Apesar de tê-lo condenado a mais de três anos de prisão, o tribunal o libertou em outubro de 2018 por conta do tempo já cumprido em detenção e por bom comportamento. A economia turca sofreu com esses desenvolvimentos e a moeda local atingiu baixos recordes em agosto de 2018.

A síntese da atual situação política é o registro da Turquia em relação ao jornalismo: a Turquia é o país com o maior número de jornalistas atrás das grades.

O crescimento econômico da Turquia foi de 6,8% ao ano, no período de 2002 a 2007, foi o que fez do país uma das economias de crescimento mais rápido do mundo. No entanto, o crescimento desacelerou para 1% em 2008, e em 2009 a economia turca foi afetada pela crise financeira global, com uma recessão de 5%.

De acordo com a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o crescimento econômico está projetado para contrair em 2019, após a aguda queda da moeda local, seguida por uma perda de confiança nos negócios. As incertezas associadas à tentativa de golpe fracassada em julho de 2016 e às tensões geopolíticas em curso na região, assim como as tensões com os Estados Unidos, estão segurando os investimentos e o consumo.

No entanto, o crescimento do Produto Interno Bruno (PIB) deverá aumentar gradualmente. A economia da Turquia está se tornando mais dependente da indústria nas principais cidades, principalmente concentrada nas províncias ocidentais do país, e menos da agricultura.

Muitos cristãos relatam que ao não se alistarem como muçulmanos em seus cartões de identidade, ou deixarem em branco, não conseguiram obter emprego no setor privado.

Além disso, grupos cristãos queixam-se da impossibilidade de abrir contas bancárias, obter empréstimos ou comprar imóveis, uma vez que lhes são negados o direito de serem entidades legais no país.

O cristianismo tem uma longa história na Turquia. Devido aos esforços do apóstolo Paulo e de seus cooperadores, as congregações cristãs foram fundadas nos primeiros dias do Novo Testamento onde é hoje a Turquia.

Quando João escreveu o livro do Apocalipse, ele começou escrevendo cartas para sete congregações no oeste da Turquia. Na fase inicial, a igreja frequentemente funcionava no subterrâneo devido à perseguição dos romanos.

Sob Constantino (imperador de 306 a 337 d.C), o cristianismo tornou-se a religião do Estado. A cidade de Constantinopla (atual Istambul) tornou-se um centro do cristianismo. Em 1054 ocorreu o Grande Cisma, que causou uma divisão duradoura entre a Igreja Ocidental e Oriental. O resultado foi que Bizâncio se tornou o centro do cristianismo oriental ou ortodoxo, e também a capital de um enorme império – o Império Bizantino.

Em 1453, os turcos otomanos conquistaram esse império quando tomaram a capital. Desde então, os cristãos na Turquia estão sob domínio muçulmano. Começou uma política de islamização e o cristianismo gradualmente perdeu sua posição influente no país.

Desde o século 19, o poder do Império Otomano começou a desmoronar, e os territórios foram perdidos. Durante a Primeira Guerra Mundial, o Império Otomano tomou partido da Alemanha e da Áustria-Hungria. Em 1915, mais de 1 milhão de armênios e assírios foram mortos, dizimando o papel da Igreja Ortodoxa Armênia e causando tensões com a Rússia em toda a Anatólia (Ásia Menor), onde o território armênio se encontrava.

O Império Otomano finalmente entrou em colapso em 1917. No final da Primeira Guerra Mundial, muitas questões precisavam ser resolvidas na Turquia, das quais a mais importante era a posição das várias minorias étnicas e suas religiões. No recém-formado Estado da Turquia, as minorias grega, armênia e síria enfrentaram uma forte discriminação.

Pressão que foi acumulando com o passar dos anos, até 1923, quando o Tratado de Lausanne foi concluído. Milhões de pessoas foram expulsas. Uma grande parte da minoria grega deixou o país e mudou-se para a Grécia, enfraquecendo a posição da Igreja Ortodoxa Grega na Turquia.

Desde 1923, apenas duas igrejas foram reconhecidas pelo Estado turco – a Igreja Ortodoxa Grega e a Igreja Ortodoxa Armênia. Juntas, elas formam cerca de 70% de todos os cristãos na Turquia. Além da comunidade ortodoxa siríaca, que não estava incluída nas proteções do Tratado de Lausanne, o restante inclui a Igreja Católica Romana, os cristãos protestantes estrangeiros e os cristãos turcos indígenas.

Após uma longa batalha judiciária, o status oficial foi concedido em 2000 à Igreja Protestante de Istambul em Altintepe. Esse foi o primeiro (e até agora, único) reconhecimento oficial de uma igreja protestante na Turquia.

REDE ATUAL DE IGREJAS

O número de cristãos expatriados na Turquia aumentou com as dezenas de milhares de refugiados provenientes da Síria e do Iraque para escapar da violência do Estado Islâmico. Além desses refugiados, há também cristãos ortodoxos russos que têm permissão de residência, e alguns católicos romanos migrantes, na sua maioria da África e das Filipinas.

Acrescente a isso centenas de pessoas de várias embaixadas e empresas internacionais e o número de cristãos expatriados na Turquia cresce ainda mais.

A maioria das igrejas históricas na Turquia provém de minorias étnicas e incluem os cristãos ortodoxos armênios, ortodoxos sírios, católicos caldeus (da herança iraquiana) e ortodoxos gregos.

O número de cristãos ex-muçulmanos na Turquia vem crescendo, de cerca de 10 em 1960 a algo entre 5 mil e 7 mil hoje. A maioria deles agora frequenta igrejas protestantes não tradicionais, muitas delas funcionando em casas.

A Turquia é quase um continente por si só. Assim também quando se trata da perseguição aos cristãos. É o único país do mundo onde a religião principal, o islamismo, está totalmente combinada com o nacionalismo feroz.

Por isso, é possível afirmar que as principais fontes de perseguição contra cristãos são funcionários do governo. Em geral, a opinião é que um verdadeiro turco deve ser muçulmano sunita. Esse nacionalismo religioso cresceu após o golpe fracassado de 15 de julho de 2016.

O presidente Erdogan usou a situação para ampliar seu poder e posição, embora seu comportamento ditatorial não tenha conduzido a nenhuma perseguição direta aos cristãos. Em vez disso, ele está trabalhando indiretamente para transformar a Turquia em um país muçulmano sunita, deixando pouco espaço para as minorias.

Em um nível mais local, há uma forte oposição das famílias sobre os convertidos ao cristianismo, pois deixar o islamismo é trair a identidade turca, islâmica e da família. Esse tipo de opressão é vista como "normal" e dificilmente é relatada ou documentada, a menos que haja violência física.

A Turquia está atualmente passando por uma mudança gradual de um país estritamente secular para um país baseado em normas e valores islâmicos. Quando o secularismo prevaleceu, os cristãos experimentaram muitas restrições, já que o Estado interpretou o secularismo como permissão para controlar.

Sob o atual regime do presidente Erdogan, o secularismo diminuiu e o país está aceitando uma influência islâmica mais abertamente. De acordo com a legislação turca baseada no Tratado de Lausanne de 1923, apenas quatro grupos religiosos são reconhecidos pelo Estado: o islamismo sunita, a ortodoxia grega, os apostólicos armênios e o judaísmo.

Essa informação é registrada nos documentos oficiais de cada cidadão, ou seja, passaporte ou cartão de identificação. A única alternativa é deixar o espaço para a religião em branco. Desde 2017, novas carteiras de identidade não têm mais o campo para designar a religião. Afiliação religiosa ainda é registrada no chip eletrônico no documento de identidade e ainda é comum que oficiais do governo perguntem sobre a religião das pessoas.

A legislação turca não permite o estudo de ministros cristãos em centros de educação privados. Como resultado, todos os seminários apostólicos ortodoxos (armênios e gregos) foram fechados à força, e continuam assim até hoje. Contudo, sob as garantias do Tratado de Lausanne, as comunidades grega e armênia ainda mantêm as escolas de ensino fundamental credenciadas pelo Ministério da Educação.

As igrejas católica e protestante são capazes de proporcionar treinamento ministerial para seus filhos nas instalações da igreja. É claro, os cristãos turcos não experimentam facilidade – devem continuar seus estudos informalmente ou treinar seus pastores e líderes no exterior.

A compra de instalações para igrejas é muito difícil, uma vez que as leis de zoneamento tendem a ser arbitrárias. A lei turca estipula que apenas certos edifícios podem ser designados como igrejas. Se um edifício será ou não dado a um grupo religioso para uso como igreja dependerá muito das tendências políticas e pessoais do prefeito, bem como da atitude da população local.

Os não muçulmanos são silenciosamente banidos de empregos na burocracia estatal e nas forças de segurança. Eles afirmam que, quando se alistam para o serviço militar, sua filiação religiosa é observada por seus superiores e também há um "controle de segurança" por causa disso.

Não há não muçulmanos entre oficiais militares turcos, governadores provinciais ou prefeitos. No entanto, pela primeira vez na história da Turquia, um cidadão ortodoxo siríaco foi eleito para o parlamento nas eleições de junho de 2011.

Em maio de 2010, o governo divulgou um decreto a todos os órgãos do governo, afirmando que os direitos das minorias cristãs e judaicas devem ser respeitados e seus líderes tratados com respeito. Em agosto de 2011, o governo publicou um decreto para devolver os bens confiscados pelo Estado que pertenciam às finanças gregas, armênias ou judaicas.

Duas questões devem ser observadas neste contexto: para o retorno das propriedades é essencial ser uma organização registrada; e em todas essas ações não há nenhuma menção à igreja protestante turca emergente. Os decretos não impediram o governo de confiscar mais de cem títulos de propriedade da antiga igreja siríaca desde 2014. Ao todo 55 ações foram devolvidas em maio de 2018, depois que o parlamento da União Europeia também abordou a questão.

A conversão não é proibida por lei. No entanto, é provável que haja implicações sociais e familiares para a conversão do islamismo ao cristianismo ou de uma denominação cristã para outra. Isso faz com que os cristãos, às vezes, conduzam uma vida dupla e escondam a conversão.

Os cristãos ex-muçulmanos que escondem a identidade de sua família e parentes também escondem a oração, a Bíblia, os materiais cristãos, o acesso à televisão e sites cristãos, etc. Aqueles que escondem a identidade cristã, muitas vezes, têm muito medo de conhecer outros irmãos.

A conversão para o cristianismo é considerada inaceitável pelas famílias conversadoras. Assim, é mais difícil para os convertidos serem abertos sobre sua crença – em particular para as mulheres. Eles estão sob vigilância por parte de suas famílias e comunidades e às vezes são detidos em casa na tentativa de forçá-los a negar a nova fé.

Alguns exemplos de perseguição no período são:

  • Várias igrejas foram ameaçadas de fechamento e outras de fato fecharam. Várias igrejas foram vandalizadas e danificadas. Uma tentativa de ataque a bomba também foi relatada em fevereiro de 2018.
  • Vários cristãos foram intimidados por sua fé. Em dois casos, convertidos foram maltratados e severamente feridos. Muitos tiveram que fugir de casa devido à pressão familiar. Cristãos estrangeiros foram forçados a deixar o país, o último em novembro de 2018.
  • Em julho de 2018, o pastor Andrew Brunson foi libertado da prisão, mas foi mantido em prisão domiciliar até 4 de outubro de 2018, quando foi libertado e teve permissão para voltar aos Estados Unidos. Parece que ele estava sendo mantido para extrair concessões políticas dos Estados Unidos.
  • Em maio de 2018, 55 títulos de propriedade da igreja foram devolvidos à custódia siríaca. Outros 55 títulos permanecem com o Estado turco. De acordo com o relatório do World Watch Monitor, em julho de 2017, a posse legal de pelo menos 100 propriedades cristãs sírias antigas no sudeste da Turquia foi apreendida e transferida para o tesouro do Estado turco nos últimos cinco anos.
  • Ore para que os cristãos perseguidos coloquem sempre a esperança em Deus, diante do aumento da influência islâmica e discriminação contra cristãos no país.
  • Interceda pelos cristãos ex-muçulmanos para que ministrem com graça e sabedoria às suas famílias, que geralmente os pressionam a voltar ao islamismo.
  • Apesar de conversões não serem proibidas por lei, há implicações sociais e familiares para os convertidos, que são tratados como traidores. Clame para que sejam fortalecidos no Senhor.

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