República Federal da Somália

República Federal da Somália

  • Tipo de Perseguição: Opressão islâmica
  • Capital: Mogadíscio
  • Região: Chifre da África
  • Líder: Mohamed Abdullahi Mohamed
  • Governo: República parlamentarista
  • Religião: Islamismo sunita
  • Idioma: Somali, árabe, italiano, inglês (principais)
  • Pontuação: 91

POPULAÇÃO
MILHÕES

POPULAÇÃO CRISTÃ

ALGUMAS CENTENAS

Com 91 pontos, a Somália é novamente o 3º país na Lista Mundial da Perseguição 2019. Mergulhada em uma guerra civil sem fim, fragmentação social (com o sistema de clãs), tribalismo e radicalismo islâmico, a Somália está novamente entre os cinco países onde há mais perseguição aos cristãos. No último ano, o Al-Shabaab mostrou seu poder ao realizar inúmeros ataques na capital, Mogadíscio.
 

“Os anos em que pensava ‘eu não vou aguentar’, eu fui capaz de suportar por causa de Jesus. O sofrimento passa. Só precisamos buscar Jesus... somente buscar sua graça.”
AYAAN, CRISTÃ SOMALI

 

Os anos de caos que se seguiram à derrubada do regime militar do presidente Siad Barre em 1991 culminaram no aumento de tribunais da sharia (conjunto de leis islâmicas) e de grupos radicais islâmicos como o Al-Shabaab. As atividades do Al-Shabaab, grupo ligado à Al-Qaeda, são regularmente mencionadas na mídia e podem distorcer o entendimento da perseguição aos cristãos. É importante perceber que o Al-Shabaab, embora trazendo combatentes de fora, é essencialmente um grupo baseado em clã. Igualmente importante é reconhecer que a Somália é uma mistura de clãs que competem entre si, e contém milícias baseadas em clãs e grupos religiosos.

Todos buscam uma identidade islâmica forte contra um histórico de identidade tribal. Mudar de religião (por exemplo, para o cristianismo), não apenas significa uma traição ao islã e à comunidade muçulmana, mas também a quebra das normas e valores do clã. Em sociedades tribais, essa é uma séria ofensa. De acordo com os somalis, “um somali nasce muçulmano e morre muçulmano”. Portanto, ainda que o Al-Shabaab esteja em declínio, não significa que a ameaça para os cristãos diminui. Um exemplo é a Somalilândia, que declarou independência em 1991 (ainda não reconhecida): poderia ser vista como uma região sem atividade militante, mas os cristãos são igualmente perseguidos lá, porque a causa da perseguição também remonta à religião e cultura.

A Constituição Provisória da República Federal da Somália foi adotada em 1º de agosto de 2012 e afirma a absoluta predominância de uma estrita interpretação da sharia (conjunto de leis islâmicas). De acordo com o Artigo 2 da constituição do país, “o islã é a religião oficial do Estado; nenhuma outra religião pode ser propagada no país e nenhuma lei que não seja condizente com os princípios gerais e objetivos da sharia pode ser promulgada”. Além disso, a constituição categoricamente declara que a sharia é suprema. A constituição deu um passo para trás no que diz respeito a assegurar liberdade religiosa, pois proibiu a apostasia. Portanto, pode ser esperado que um governo federal mais organizado não leve ao fim a perseguição aos cristãos.

Da mesma forma, como afirmado na constituição, a província de Puntlândia declarou que só o islã deve ser propagado: “O islamismo deve ser a única religião do Estado Regional de Puntlândia; as leis e cultura do povo devem estar baseados na religião islâmica”. A constituição de Somalilândia também afirma: “O islamismo é a religião da Somalilândia e a promoção de qualquer outra religião no território é proibida”.

A situação política do país criou um ambiente difícil aos cristãos, especialmente cristãos ex-muçulmanos. Como resultado, a perseguição aos cristãos na Somália quase sempre significa altos níveis de violência.

Desde 1993, a Somália está presente na Lista Mundial da Perseguição, sendo um país conhecido por ser hostil aos cristãos. Violência, luto e dor têm marcado a história do país há muitas décadas. A maioria esmagadora da população é muçulmana. De acordo com estatísticas do World Christian Database, 99,9% é muçulmana sunita. A comunidade cristã é pequena e está sob constante ataque. A Portas Abertas estima que o número de cristãos no país seja de apenas “algumas centenas”.

A estrutura da sociedade é formada por valores islâmicos e tribais. Somente em 2012 o povo elegeu seu primeiro presidente, após mais de 20 anos sem um governo central. Por um longo período, a falta de leis no país abriu espaço para o crescimento do extremismo religioso. Desde a queda de Siad Barre, em 1991, a Somália tornou-se um refúgio para militantes islâmicos. O grupo extremista islâmico Al-Shabaab declarou publicamente que “quer a Somália livre de cristãos” e também tem orquestrado ataques contra eles no Quênia.

A Somália é um dos países mais pobres do mundo. Seca contínua e guerra causaram a morte de milhões de pessoas ao longo dos anos. A queda do regime de Said Barre criou um vácuo que possibilitou o florescimento da militância radical islâmica, em detrimento de cristãos e da igreja. Em 1991, quando o sistema de governo somali de desmantelou, grupos radicais islâmicos formaram um comitê de xeiques para buscar e identificar todos os cristãos somalis, estivessem eles dentro ou fora do país. Esse comitê designou um grupo armado para executar todos os cristãos somalis, o que levou a muitas mortes entre os cristãos na Somália e países vizinhos.

Os cristãos somalis foram forçados a viver secretamente ou a se tornar refugiados. Subsequentemente, a igreja visível na Somália desapareceu; o que restou são ruínas da maioria de igrejas católicas. Como está agora, não há esperança de que novas igrejas sejam construídas no país.

Em todas as esferas da vida, ser exposto como um convertido ao cristianismo significa ameaça de vida, geralmente levando à execução sumária. Ir à igreja simplesmente não é possível. Esse padrão de perseguição é excepcional e põe a Somália bem no alto na categoria de perseguição extrema.

Apesar de alguns ataques mortais orquestrados pelo Al-Shabaab, parece que o governo federal está indo na direção de se tornar um governo funcional.

As duas principais fontes de perseguição na Somália são o grupo militante radical Al-Shabaab e o sistema tribal no país. O sistema de clãs islâmicos da sociedade tem um impacto profundo sobre a forma como o governo federal está estruturado.

O Al-Shabaab também confia na mesma estrutura baseada em clãs para reunir informações, recrutar membros e avançar sua ideologia. Tal estrutura usada pelo grupo obriga xeiques e imãs a ensinar a jihad ou enfrentar expulsão ou morte. Isso se agrava pelo fato de existirem redes de crime organizado usadas para financiar grupos radicais como o Al-Shabaab.

A sociedade espera que todos os somalis sejam muçulmanos. Imãs em mesquitas e madraças (escolas islâmicas), bem como os líderes do governo, publicamente alegam que não há espaço para o cristianismo, cristãos e igrejas na Somália. A constituição do país afirma que o islamismo é a religião do Estado e o governo proíbe qualquer celebração cristã como, por exemplo, o Natal. A família, tanto extensiva quanto nuclear, também é uma fonte de perseguição.
 

A Somália declarou sua independência em 1960 quando o protetorado britânico e o italiano se uniram. Em 1969, o governo militar do presidente Siad Barre ganhou o poder, introduzindo o Socialismo Científico no país. Durante esse processo, propriedades de missões cristãs e igrejas, incluindo escolas e hospitais, foram apreendidas e os cristãos expulsos do país.

Uma nova lei, introduzida em 1974, deu às mulheres os mesmos direitos de herança que os homens. Líderes islâmicos que pregavam contra esse novo decreto foram presos ou executados. Essa natureza secular e reformista do governo terminou por abalar a identidade islâmica do povo somali. Isso resultou no surgimento e crescimento de uma militância islâmica radical.

Essas organizações, então, almejaram tornar a Somália em um Estado islâmico. O regime de Siad Barre e os militantes islâmicos compartilhavam seu maior inimigo: os cristãos. Durante o governo de Barre, extremistas usaram de sua influência para incentivar o governo a proibir a impressão, importação, distribuição e venda de literatura cristã no país.

Além disso, o Serviço de Segurança Nacional ameaçava, prendia, torturava e assassinava cristãos somalis. Outros perderam seus empregos e negócios.

A relação da Somália com países vizinhos como Etiópia, Djibuti e Quênia se desgastou graças à reivindicação do governo somali de que pertenciam à Somália todos os territórios onde os somalis viviam. O resultado de formar essa “Grande Somália” foi a guerra com a Etiópia, em 1977.

Após governar o país durante décadas em um misto de terror e enganos, o regime de Siad Barre finalmente acabou em 1991, deixando o país sem qualquer tipo de governo efetivo. A guerra entre clãs e a seca que assolou o país comprometeram a vida de milhões.

A Organização das Nações Unidas e a Organização da Unidade Africana buscaram findar a crise. Em 1992, o Conselho de Segurança das Nações Unidas adotou a Resolução 751, através da qual foi criada uma Operação das Nações Unidas I (UNOSOM I, sigla em inglês) na Somália. 

A UNOSOM I enviou uma força-tarefa liderada pelos Estados Unidos (UNITAF). À medida que a situação se estabilizou, o Conselho de Segurança da ONU aprovou uma resolução para estabelecer uma Operação das Nações Unidas na Somália II (UNOSOM II) pela Resolução 755.

Após frustradas tentativas de ajudar os somalis a criar um governo central, os Estados Unidos retiraram suas forças em 1994. Logo depois, a ONU também decidiu retirar todas as suas forças da Somália (Resolução 954 do Conselho de Segurança).

Durante as duas décadas seguintes, a Somália se tornou um Estado sem lei, onde muçulmanos radicais, milícias locais e senhores da guerra continuaram a lutar. O país se transformou em um centro para o islamismo militante e lar de terroristas.

Enquanto isso, embora não reconhecida pela comunidade internacional, a Somalilândia declarou independência unilateral da Somália. Puntlândia também declarou autonomia sem separar os laços da “Somália propriamente dita”.

Após várias tentativas de mediação da comunidade internacional, o atual governo federal se formou em 2012. O Estado controla apenas cidades e vilas, enquanto parte da Somália rural permanece nas mãos do grupo terrorista Al-Shabaab.

O grupo tem propagado consistentemente a ideologia anticristã, rotulando todas as forças estrangeiras de “forças cristãs que vieram para a Somália para arruinar o islã”.

Em 2016, vieram as eleições parlamentares e em fevereiro de 2017, uma eleição presidencial elegeu Mohamed Abdullahi Mohamed como presidente do país, fato visto como um grande passo para o futuro do país por muitos somalis e pela comunidade internacional.

Em 2017 e 2018, o Al-Shabaab permaneceu com potencial para conduzir ataques no país. Os soldados da Missão da União Africana para a Somália (AMISON) foram vítimas em inúmeras ocasiões. Por exemplo, em abril de 2018, cerca de 46 pacificadores de Uganda foram mortos por extremistas islâmicos em um duplo ataque suicida.

Fontes árabes do século 12 descrevem o porto de Zeila, próximo à fronteira com Djibuti, como uma cidade majoritariamente cristã.

No entanto, no final do século 15, a presença cristã desapareceu. Jesuítas que visitaram a ilha Socotorá em 1542 também ficaram espantados com a descoberta de que os habitantes eram claramente cristãos, embora analfabetos. Foi preciso esperar até 1881 para o cristianismo ser novamente introduzido na Somália.

A fé cristã se espalhou nos anos que se seguiram, especialmente depois que os italianos tomaram o controle da costa sul, incluindo Mogadíscio. Mas, as potências coloniais nos territórios britânico e italiano eram, por vezes, contra o trabalho dos missionários entre os somalis por medo de uma possível instabilidade.

Em 1886, uma agência missionária católica romana francesa e uma missão luterana sueca estabeleceram bases na cidade portuária de Berbera no então protetorado britânico das cidades de Somalilândia, Mogadíscio e Kismayo. A igreja cresceu rapidamente.

Missionários luteranos suecos chegaram à Somália em 1898 e abriram escolas e hospitais, eles eram fortes em evangelizar, e tiveram sucesso principalmente com um grupo de ex-escravos de língua bantu.

A missão foi interrompida quando autoridades italianas expulsaram os missionários em 1935. O trabalho foi revivido após a Segunda Guerra Mundial e, durante a década de 1950 missões cristãs assumiram o cargo.

A missão luterana sueca, a missão menonita e uma missão sudanesa (Missão Interior do Sudão), em particular, deixaram sua marca, mas, em 1969, o governo militar socialista do presidente Siad Barre chegou ao poder. Todos os bens pertencentes a missões cristãs e igrejas, incluindo escolas e clínicas, foram confiscados.

Em 1972, o governo nacionalizou toda a propriedade da Igreja Católica Romana. No entanto, apesar das mudanças na posição da Igreja Católica e da saída de grande parte de seu pessoal, uma diocese de Mogadíscio foi criada em 1975.

Todos os missionários estrangeiros haviam deixado o país em 1976. Dois grupos de cidadãos somalis, anteriormente associados com os menonitas e com a missão sudanesa, continuaram a se encontrar, mesmo depois da saída dos missionários. Na década de 1980, alguns menonitas puderam retornar.
 

REDE ATUAL DE IGREJAS

Quando o então presidente Siad Barre deixou o poder em 1991, grupos fundamentalistas muçulmanos emergiram em um número considerável. Logo, a vida se tornou extremamente difícil até mesmo para os muçulmanos em situação ilegal na Somália, sem mencionar a minoria cristã.

Organizações religiosas internacionais não se renderam ao intenso e hostil ambiente no país. Desde o início da década de 1990, organizações cristãs internacionais trabalharam com somalis, tanto na Somália como em países vizinhos.

A International Aid Sweden, a Igreja Pentecostal Sueca, a Igreja Adventista do Sétimo Dia, a Missão Menonita, a Missão Interior do Sudão, a Igreja Nazarena (denominação Wesleyana da Santidade), a Fundação Lutheran Heritage, uma organização missionária luterana convencional (afiliada à Igreja Luterana – Sínodo de Missouri), a Igreja do Interior da África, a Igreja Anglicana e a Igreja Batista estão entre as que trabalharam com os somalis na região.

Hoje a população estimada de muçulmanos é de 99,9% e todos as tribos do país se identificam como islâmicas. Os líderes religiosos e comunitários veem os cristãos como um elemento estrangeiro que está em seu país para destruir sua cultura e religião. Tem havido um renascimento da militância islâmica. No país há apenas ruínas dos edifícios das antigas igrejas e o número de cristãos tem se tornado cada vez menor: protestantes 0,01%, independentes 0,04%, anglicanos menos de 0,01%, católicos menos de 0,01%, ortodoxos 0,28%. Os cristãos se reúnem em pequenos grupos espalhados pelo país.

Eles estão se tornando mais ousados, mas continuam a se encontrar secretamente. Segundo estimativas de uma missão somali (2012), o número total de protestantes somalis que vivem na diáspora – dispersão de um povo em consequência de preconceito ou perseguição política, religiosa ou étnica – era de 2.085 pessoas que se espalharam por 11 países; mas não há informações sobre outras denominações cristãs.

A Somália é conhecida por ser um país hostil aos cristãos. Em cada esfera da vida: privada, familiar, comunitária e nacional, o cristão é exposto como um verdadeiro perigo e, muitas vezes, é levado à execução.

A perseguição, acompanhada de violência extrema, atinge sobretudo cristãos ex-muçulmanos quando são descobertos. A fé deles deve permanecer em segredo para que sobrevivam. Todos os mecanismos de perseguição ativos no país os afetam.

A situação geral de perseguição revela que há um forte desejo da sociedade de eliminar o cristianismo do país, visando uma limpeza étnica. Além disso, a fim de apaziguar e aumentar o apoio entre os líderes dos clãs, o governo emitiu diretrizes claras, como a proibição da celebração do Natal em dezembro de 2015, afirmando que o festival cristão “não tem nada a ver com o islã”.

Embora a opressão islâmica seja muito presente, a divergência étnica também motiva a perseguição e atinge nossos irmãos dentro das próprias famílias e comunidades. Não há lugares seguros para os cristãos praticarem a fé, especialmente os convertidos do islamismo. Membros da comunidade e da família perseguem qualquer um que abandona o islã. Os cristãos na Somália se convertem sabendo de todos esses desafios e ainda assim permanecem firmes na fé. O mecanismo de perseguição, corrupção e crime organizado, juntamente com a carência de leis e de ordem em várias partes do país resultaram no aumento da violência extrema.

A “vida na igreja”, simplesmente, não é possível. No entanto, um pesquisador de campo da Portas Abertas testemunha a perseverança dos fiéis: “Entre os tempos mais difíceis de perseguição e execuções de cristãos, eles permaneceram firmes, agarrando-se secretamente à fé cristã”.

Cristãos ex-muçulmanos enfrentam a pior forma de perseguição. Na história recente do país, os convertidos a Jesus, ou acusados de se converter,  têm sido assassinados imediatamente quando descobertos. Não houve melhorias na situação em relação ao ano passado. Extremistas islâmicos intensificaram sua busca por cristãos em posição de liderança. Consequentemente, os cristãos têm que fazer de tudo para manter a fé em segredo. O Al-Shabaab saiu das principais cidades e se misturou à vida comunitária rural. Apesar de cristãos ex-muçulmanos enfrentarem perigo em qualquer lugar, nas áreas controladas pelo Al-Shabaab, o perigo é ainda maior.

Jihadistas estrangeiros também estão presentes no país, mas a opressão islâmica não se limita apenas aos radicais. Os cristãos também enfrentam sérias perseguições familiares e da comunidade em geral. Qualquer conversão ao cristianismo é considerada uma traição à família e ao clã somali. Como resultado, membros da família e líderes locais muçulmanos intimidam e até matam os cristãos. Ao longo dos últimos anos, a situação piorou muito.

Uma tentativa de reabrir uma igreja em Hargeisa, capital da Somalilândia, em agosto de 2017, também falhou. O governo foi forçado a rejeitar devido à pressão da população islâmica local.

Os cristãos precisam mudar de casas e lugares de reunião com frequência. Entre 2016 e 2017, lojas e empresas de pessoas suspeitas de serem cristãs foram destruídas e pelo menos três novos cristãos foram forçados a deixar o país.

Além disso, pelo menos oito irmãos foram forçados a se deslocar internamente. Há boatos de que pelo menos 23 pessoas que pareciam ser cristãs foram mortas e outras três obrigadas a se casar com muçulmanos.

  • Ore para que Deus continue a edificar seu reino na Somália, apesar de todas as hostilidades, e para que haja comunidades ativas de cristãos.
  • O Al-Shabaab mata somalis suspeitos de se converter ao cristianismo, então ser cristão pode levar a uma morte brutal. Ore para que o Senhor guarde seus filhos e que toda ação terrorista tenha um fim.
  • Interceda para que comunidades fortes sejam formadas apesar do perigo. Clame por cristãos maduros que sejam modelos de espiritualidade saudável para os cristãos novos na fé.
  • Peça sabedoria, coragem e justiça em todas as áreas do governo e interceda pela vida do presidente Mohamed Abdullahi Mohamed.

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