Federação Russa

Federação Russa

  • Tipo de Perseguição: Opressão islâmica e paranoia ditatorial
  • Capital: Moscou
  • Região: Eurásia
  • Líder: Vladimir Vladimirovich Putin
  • Governo: federação semipresidencialista
  • Religião: Cristianismo (maioria ortodoxos russos), islamismo
  • Idioma: Russo, tártaro
  • Pontuação: 60

POPULAÇÃO
milhões

POPULAÇÃO CRISTÃ
milhões

Pela primeira vez desde 2011 a Federação Russa está novamente na Lista Mundial da Perseguição, com 60 pontos – 9 a mais que em 2018, quando ficou entre os países em observação da Lista.

Muitos acreditam que a Rússia esteja voltando ao tipo de atitude que caracterizou os piores dias de opressão sob o regime soviético, mas isso é um exagero. Na era soviética, centenas de cristãos foram enviados para prisões, hospícios ou campos de trabalhos forçados. Igrejas e materiais religiosos foram confiscados e destruídos. Qualquer tipo de educação religiosa era muito restrita. Líderes cristãos eram controlados pelo Estado e a mídia passava uma impressão negativa da fé cristã. Essa não é a situação na Rússia hoje. Mas a expulsão de um grupo religioso muito ativo no país em 2017 é um claro e indesejável sinal de que possíveis dificuldades esperam cristãos não ligados à Igreja Ortodoxa Russa no futuro.

Os russos são orgulhosos de sua cultura e história, o que tem consequências no nível religioso também: enquanto a Igreja Ortodoxa Russa (IOR) é considerada tipicamente russa, católicos e principalmente protestantes são vistos como ocidentais.


“Todos os dias mando meus filhos para a escola e não estou preocupada com as notas que vão tirar. Minha única oração é para que não sejam zombados ou insultados por causa da fé.”
ALINA, PROFESSORA RUSSA CRISTÃ

 

NOTAS SOBRE A SITUAÇÃO ATUAL

  • Desde 2012, várias restrições legais foram impostas na Rússia. Como há uma tendência de maior controle do Estado, é provável que mais legislação do mesmo tipo seja aprovada nos próximos anos. Conforme as relações do país com o Ocidente estão se tornando mais tensas, a Federação Russa pode ficar cada vez mais isolada. Isso afetará principalmente os cristãos que pertencem a denominações consideradas ocidentais. Continua a haver casos de violência por parte de radicais muçulmanos. É esperado que cristãos ex-muçulmanos, em particular, continuem tendo dificuldade para viver no Cáucaso e em Cazã (as duas regiões predominantemente muçulmanas do país).
  • A Rússia está se tornando mais fechada. Embora nunca tenha sido uma democracia de estilo ocidental, a nova legislação faz com que algumas liberdades que haviam sido conquistadas após o colapso da União Soviética sejam cortadas novamente. É certo que o regime tem por alvo a oposição (e a influência ocidental), mas há uma chance real de que cristãos não pertencentes à Igreja Ortodoxa Russa (IOR) sejam afetados também.
  • No dia 20 de abril de 2017, a Suprema Corte da Rússia declarou a sede das Testemunhas de Jeová em São Petersburgo e todas as 395 congregações locais como “extremistas”, proibiu todas as atividades imediatamente e ordenou o confisco de suas propriedades pelo Estado.
     

A Rússia se diferencia dos países da Europa porque nunca experimentou diretamente as influências do Renascentismo, Reforma ou Iluminismo. Individualismo, direitos humanos, liberdade de religião e outros ideais típicos do Ocidente não são naturais para o povo e cultura russa. Escravidão ou servidão só foi abolida na Rússia em 19 de fevereiro de 1861, mas muitos dos que trabalhavam em fazendas continuaram a ter grandes obrigações para com seus senhores. A democracia parlamentarista, como se desenvolveu no Oeste Europeu (e depois nos Estados Unidos), nunca teve lugar na Rússia. Ao contrário, o país conhece apenas formas autoritárias de governo desde o começo da Idade Média.

O fim da URSS em 1991 é profundamente sentido como uma perda de rumo para a Rússia, que precisa ser recuperado. Estados que haviam sido conquistados durante séculos se tornaram independentes repentinamente. Isso teve um enorme impacto na autoestima da Rússia. O país está trabalhando para restaurar sua antiga posição e usa todos os tipos de métodos para reconstruir a esfera de influência do seu antigo império.

A Rússia está assumindo um papel ascendentemente dominante na região que corresponde à antiga União Soviética – geralmente com a desculpa de oferecer proteção aos russos que estão sob ameaça de “ultranacionalistas e fascistas”. Em maio de 2014, rebeldes russos nas províncias de Donetsk e Lugansk (no leste da Ucrânia) começaram uma rebelião armada contra o governo de Kiev (capital da Ucrânia). A Rússia sempre negou seu envolvimento no conflito, mas os rebeldes não teriam conseguido fazer tanta coisa sem o apoio do país (seja de qual forma for).

Internacionalmente, o conflito armado no leste da Ucrânia isolou a Rússia. Em nível internacional, a participação da Rússia no conflito da Síria desde 2017 significou uma grande mudança na situação na Síria. O impasse entre o governo do presidente Assad e os vários grupos da oposição foi quebrado. Em agosto de 2018, o presidente Assad recuperou o controle de grandes partes do país.

A Rússia é o maior país da Terra em extensão territorial. Dos 144 milhões de habitantes, cerca de 82,1% são cristãos, de acordo com a estimativa do World Christian Database (WCD) 2018. A maioria desses cristãos (96,6%) são ortodoxos russos. Apesar de décadas de propaganda ateísta pelos comunistas durante a era soviética, a maioria dos russos se considera cristã. No entanto, a maioria deles nunca leu a Bíblia e poucos vão à igreja. Atividades evangelísticas feitas pela igreja ortodoxa não são bem-vindas.

O segundo maior grupo religioso na Rússia, de acordo com o WCD, são os muçulmanos – sunitas em sua maioria, que correspondem a 12,2% da população. Eles vivem principalmente no norte do Cáucaso, no sul da Rússia, e na região central do Volga, ao redor da cidade de Cazã, a 800 km de Moscou. Os muçulmanos do Cáucaso tendem a ser mais conservadores e estão envolvidos em luta armada contra o exército russo, enquanto os muçulmanos de Volga são mais moderados.

Um outro grupo de muçulmanos não inclusos nessas estatísticas são as centenas de milhares de trabalhadores migrantes dos países da Ásia Central. A maioria deles vive sob péssimas condições, são mal pagos e olhados com suspeita de serem extremistas muçulmanos. Ao trabalhar no exterior, esses migrantes são muito mais abertos ao evangelismo pelos cristãos.

O norte do Cáucaso é uma região com uma forte e radical cultura muçulmana. Muitos cristãos fugiram dessa região durante as guerras da Chechênia (1994-1996 e 1999-2009). A pressão sobre cristãos ex-muçulmanos é enorme e vem principalmente da família, amigos e comunidade. O islã radical é presente na região com duas organizações concorrentes: o autodenominado Emirados Cáucaso e o Estado Islâmico (EI). Desde junho de 2015, o EI tem dominado.

Apenas 4% dos russos se consideram ateus ou sem religião, o que é o resultado de 70 anos de doutrinamento ateu pelos comunistas, durante a era soviética.

De acordo com a constituição da Rússia, o país é uma federação e uma república semipresencial, com um presidente como chefe de Estado e um primeiro-ministro como chefe de governo. Segundo a constituição, eleições para a presidência são feitas a cada quatro anos. Em março de 2018, Vladimir Putin foi reeleito.

A Federação Russa é estruturada como uma democracia representativa multipartidária, com o governo federal composto dos ramos legislativo, executivo e judiciário. Os partidos políticos mais importantes são o United Russia (que é o partido do presidente Vladimir Putin e do primeiro-ministro Dmitry Medvedev), o Partido Comunista e o Partido Democrático Liberal. Há importantes grupos de oposição, mas eles são constantemente barrados e seus membros receberam penas de prisão.

Desde 2012, o parlamento russo (Duma) aprovou uma série de leis que impõem restrições à sociedade, inclusive relacionadas à religião.

Em 20 de abril de 2017, a Suprema Corte da Rússia, em Moscou, declarou a sede nacional das Testemunhas de Jeová em São Petersburgo e todas suas 395 congregações como “extremistas” e baniu todas as atividades imediatamente. Suas propriedades também foram confiscadas pelo Estado. A igreja católica da Rússia condenou a ação alegando que representava uma ameaça à liberdade religiosa em geral. Por outro lado, a ação foi bem recebida por representantes da Igreja Ortodoxa Russa.

A Rússia tem muitos recursos naturais, localizados principalmente em regiões isoladas, como a Sibéria. Petróleo, gás, ouro, urânio e muitos outros materiais são abundantes. No entanto, somente depois de 1991 o Estado passou a explorar essa riqueza e abrir novos mercados. A Europa Ocidental se tornou dependente do gás e petróleo da Rússia, que eram mais baratos – o que também significa que esses países poderiam ser manipulados.

Mas a crise econômica de 2007-2013 foi um grande golpe para a economia russa e as coisas pioraram quando começou o combate na Crimeia, em fevereiro/março de 2014, com a imposição de sanções da Europa e Estados Unidos. A grande renda que a Rússia tinha da exportação de gás natural e petróleo despencou em 2015, quando o preço do petróleo caiu para menos da metade. A economia russa começou a entrar em declínio e nenhum sinal de recuperação pode ser visto ainda.

Devido ao antigo sistema educacional soviético, praticamente todos os cidadãos russos sabem ler. Assim, material cristão tem um grande mercado. Quase não há restrições para a impressão e distribuição de material cristão em russo. No entanto, literatura cristã nos idiomas dos outros 81 povos do país é limitada.

A cristianização oficial da Rússia ocorreu em 988, quando o príncipe Vladimir I, de Kiev, oficialmente adotou o rito bizantino do cristianismo como a religião oficial da Rússia de Kiev. A Igreja Ortodoxa Russa (IOR) tem um papel dominante na sociedade e cultura russas desde então.

O catolicismo romano chegou à Rússia quando o país estava se expandindo para o Ocidente no final do século 18, ocupando a parte leste da Polônia e depois da Lituânia. O catolicismo permaneceu a religião de etnias minoritárias da Rússia e da União Soviética e recebeu bastante hostilidade da IOR, que considerava os católicos como uma ameaça à “russianidade”. O protestantismo chegou depois à Rússia – no final do século 19 – e foi recebido com ainda mais hostilidade. A IOR acusou os protestantes de roubar suas ovelhas e frequentemente apelava às autoridades czaristas (sistema político que imperou na Rússia de 1547 até a Revolução de 1917) para impedir suas atividades.

Quando houve a Revolução Russa, em novembro de 1917, um regime ateísta foi estabelecido. Líderes de igrejas de todas as denominações foram presos e enviados a campos de trabalhos forçados. Mas durante a Segunda Guerra Mundial, Josef Stalin, ex-primeiro-ministro da União Soviética, transformou essa política em religião. Igrejas foram reabertas e restauradas. A IOR teve permissão para treinar e apontar nova liderança. Batistas, cristãos evangélicos e pentecostais foram fundidos em uma união forte. Mas muita desconfiança das autoridades permaneceu, pois ainda havia milhares de cristãos e líderes de igreja em campos de trabalhos forçados. A KGB, o serviço secreto da URSS, infiltrou organizações da igreja e tinha informantes em praticamente todas as igrejas. Alguns cristãos se recusaram a cooperar com as autoridades, se tornaram secretos e foram perseguidos. Em 1988, quando a IOR celebrou mil anos de existência, a Portas Abertas sabia de mais de 300 cristãos presos por causa da fé na época.

Quando a União Soviética caiu, em 1991, o governo comunista acabou. O ateísmo não era mais propagado e a perseguição religiosa do Estado teve fim. Todos os prisioneiros foram libertados; a vigilância das igrejas e cristãos também parou. Se tornou normal para os russos se identificarem com alguma religião novamente e até mesmo oficiais do Estado podiam fazê-lo. Desde então, a IOR tem tentado reconquistar sua posição dominante na sociedade, mas a Rússia permanece oficialmente como um Estado secular.

As comunidades cristãs históricas são de longe o maior grupo na Rússia, sendo que 80% da população é da IOR. A IOR passou por um avivamento após o colapso da União Soviética em 1991, quando o Estado abandonou seu impulso ideológico pelo ateísmo e a maioria das igrejas pôde funcionar com certa liberdade. O governo atual favorece a IOR, o que significa que outras denominações cristãs passam por problemas ocasionais.

As comunidades de convertidos ao cristianismo experimentam a maior pressão na Rússia. A origem da pressão vem da comunidade islâmica. Ali todos os cristãos enfrentam violência e pressão, mas os cristãos ex-muçulmanos suportam o peso da perseguição e frequentemente têm que fugir de suas casas e se abrigar em casas seguras. Convertidos que vivem, por exemplo, na Chechênia e no Daguestão são considerados traidores da identidade nacional, visto que o cristianismo é associado aos ocupadores da Rússia. Algumas fontes alegam que há milhares de cristãos ex-muçulmanos no país, mas são bem menos que 1% da população.

As comunidades cristãs não tradicionais são alvo da IOR por supostos “roubos de ovelhas” e falsos ensinamentos. O Estado considera esses grupos como não russos, espiões do Ocidente. Em áreas muçulmanas, esses cristãos são frequentemente alvos por serem suspeitos de ser ativos em evangelismo. Essas comunidades somam cerca de 2% da população na Rússia.

Há duas maiorias muçulmanas na Rússia. A primeira está no Cáucaso, no norte do país (em áreas como Chechênia, Daguestão e Ingushetia) e a segunda é a região ao redor da cidade de Cazã, na região central da Rússia (a 800 km de Moscou). O Cáucaso é uma região conhecida por sua interpretação radical do islã, enquanto a região de Cazã é mais tolerante e aberta. É interessante notar que o islã chegou à Rússia bem antes do país se tornar cristão, em 988.

A maior parte da perseguição aos cristãos na Rússia vem do ambiente muçulmano. Família e amigos de cristãos ex-muçulmanos, assim como a comunidade local e professores islâmicos se opõem à evangelização de muçulmanos nas regiões de maioria muçulmana. Outra fonte de pressão sobre cristãos vem de oficiais do governo em vários níveis, principalmente ao impor leis restritivas.

Muitos russos em Daguestão, Chechênia, Ingushetia, Kabardino-Balkaria e Karachay-Cherkesia deixaram o país devido a combates e as igrejas viram o número de membros cair. A Igreja Ortodoxa Russa é a que enfrenta menos problemas da parte do governo. Igrejas não registradas e ativas em evangelismo podem enfrentar obstrução em forma de vigilância e interrogatórios. São os cristãos ex-muçulmanos nativos em regiões de maioria islâmica que suportam o peso da perseguição tanto por parte da família e amigos, como da comunidade local. Em algumas áreas, eles têm que manter a fé em segredo por medo de serem executados.

Em dezembro de 2016, o pastor de uma igreja não registrada do Conselho de Igrejas Batistas na região de Zabaikalsk se tornou o primeiro líder religioso condenado por não notificar as autoridades sobre as atividades do grupo. Em 6 de dezembro de 2016, o gabinete regional do procurador afirmou que após uma inspeção de “conformidade com a legislação sobre atividade extremista, liberdade de consciência, de religião e crença, e associações religiosas”, os procuradores do distrito de Chernyshevsk estavam condenando o pastor sob o artigo 19.7 do Código Administrativo (“falta ou atraso em provisionar informação a um órgão do Estado”). Isso acarreta uma multa de 100 a 300 rublos para indivíduos e 300 a 500 rublos para pessoas com cargo oficial.

No começo de 2017, o pastor protestante indiano Victor-Immanuel Mani foi o primeiro caso conhecido de um estrangeiro sendo deportado sob a Parte 5 do Artigo 5.26 do Código Administrativo (“estrangeiros realizando atividade missionária”). Ele pretende apelar e seu advogado atesta que a ordem de deportação está em contradição com uma lei de 2013 da Suprema Corte, segundo a qual “expulsão do país que é o lar dos membros da família do réu viola o direito de respeito à vida familiar”.

Entre março e julho de 2017, houve onze acusações (nove de organizações e duas de líderes de comunidades) sob a Parte 3 (“implementação de atividades por organizações religiosas sem indicar o nome oficial completo, inclusive a expedição ou distribuição, dentro da categoria de atividade missionária, de literatura e material impresso, de áudio ou vídeo sem uma etiqueta com o nome, ou com uma etiqueta incompleta ou deliberadamente falsa”). Houve 35 acusações (três de organizações e 32 de indivíduos) sob a Parte 4 (“russos realizando atividade missionária”) e sete acusações de indivíduos sob a Parte 5 (“estrangeiros realizando atividade missionária”). Fonte: Forum 18

Em fevereiro de 2018, um radical islâmico atacou uma igreja ortodoxa russa em Kislyar, no Daguestão. Cinco mulheres cristãs foram mortas e outras cinco ficaram feridas. O Estado Islâmico assumiu a responsabilidade pelo ataque em uma declaração publicada pela agência de informação do grupo, Amaq. A declaração não deu nenhuma evidência para comprovar a alegação.

Em maio de 2018, extremistas islâmicos atacaram uma igreja ortodoxa russa em Grozny, na Chechênia, matando um cristão. O líder da igreja disse que os fiéis ouviram gritos de “allahu akbar” (Deus é grande, em árabe) do lado de fora.

Na região de Nizhny Novgorod, agências de reforço da lei pressionam os protestantes. Eles usam tanto emendas “antimissionários” e leis de imigração para punir igrejas e seus membros por atividades como convidar estudantes para festas e postar vídeos de adoração nas mídias sociais. Juízes multaram e ordenaram a deportação de dois cristãos africanos da Academia Médica de Nizhny Novgorod por, aparentemente, postar vídeos nas redes sociais. Os dois estudantes deportados tiveram permissão de ficar no país para completar seus exames finais, mas tiveram que deixar o país até 30 de junho de 2018.

Outro incidente que contribuiu para o aumento na pontuação da Rússia foi a dificuldade enfrentada especialmente por igrejas não ortodoxas na Crimeia, relativa à obrigatoriedade de fazer um novo registro de suas igrejas depois que a Rússia anexou essa península, em 2014,  que antes pertencia à Ucrânia. Fonte: Forum 18

  • Ore para que os cristãos tenham liberdade de viver e expressar a fé e que assim o evangelho seja livremente propagado, alcançando a muitos na Rússia.
  • Interceda pela vida do presidente Vladimir Putin e de todas as autoridades do país, para que o rei supremo, Jesus, reine sobre todas as decisões a serem tomadas.
  • Clame pela vida dos cristãos ex-muçulmanos, para que permaneçam firmes e cresçam na fé. Peça por segurança e para que sejam intrépidos, crendo no poder do Senhor.

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