República do Iraque

República do Iraque

  • Tipo de Perseguição: Opressão islâmica
  • Capital: Bagdá
  • Região: Oriente Médio
  • Líder: Barham Salih
  • Governo: República federal parlamentarista
  • Religião: Islamismo (oficial) e cristianismo
  • Idioma: Árabe (oficial), curdo (oficial), turcomeno, siríaco e armênio
  • Pontuação: 79

POPULAÇÃO
MILHÕES

POPULAÇÃO CRISTÃ
MIL

Na Lista Mundial da Perseguição 2019, a pontuação do Iraque caiu de 86 para 79 pontos, indo da 8ª para a 13ª colocação. A pontuação do Iraque para pressão e violência diminuiu com a derrota territorial do Estado Islâmico. Entretanto, isso não quer dizer que está tudo bem, a ideologia do Estado Islâmico não está morta e tem influência sob a população local. O número de cristãos mortos aumentou ligeiramente e eles continuam sendo feridos física e mentalmente, ameaçados e violentados sexualmente.

O cristianismo tem uma longa história no Iraque. Antes da invasão norte-americana em 2003, o Iraque era lar de uma das maiores comunidades cristãs do Oriente Médio. Hoje, a comunidade cristã, presente ali há dois milênios, luta para não se extinguir.
 

“Nós não podemos imaginar o Iraque sem cristãos. O começo do cristianismo foi aqui, nós somos uma comunidade cristã antiga. Cristãos são o sal e a luz; sem sal e luz, o país ficará na escuridão. É uma missão para nós iluminar essa terra.”
THABET (PSEUDÔNIMO), LÍDER CRISTÃO

 

Ao longo dos últimos anos, o Iraque vem sofrendo com a estrutura incerta, conflituosa e instável de um governo incapaz de cumprir a lei e prover o mínimo de segurança a seus cidadãos. Os níveis de corrupção estão subindo e a violência intolerante parece não ter fim.

Cristãos na região enfrentam duas diferentes batalhas: uma é com a região do Curdistão iraquiano; outra é uma limpeza religiosa no Iraque promovida por grupos de extremistas islâmicos que desejam tornar o país puramente islâmico.

O Iraque só recebeu reconhecimento como Estado no início do século 20. A nação étnica e religiosamente diversa é, portanto, ainda jovem. Sofre com a violência sectária e a corrupção, que são os principais fatores que dificultam o progresso e o processo democrático. Estritamente relacionado está o problema da impunidade, que afeta muito a condição dos cristãos iraquianos e o surgimento de grupos islâmicos radicais que não toleram qualquer outra religião que não seja uma forma violenta do islã.

Embora a situação geral no Iraque esteja longe de ser estável, existem desenvolvimentos esperançosos, já que a campanha militar das forças de coalizão contra o Estado Islâmico na região de Mossul parece ser bem-sucedida (pelo menos até o fim de 2017), permitindo que os cristãos retornem a várias aldeias. No entanto, especialistas alertam que após a derrota do Estado Islâmico, a guerra poderia entrar em erupção entre as forças xiitas e os curdos.

Os movimentos fanáticos, como o Estado Islâmico (EI), são conhecidos por terem como alvo os cristãos e outras minorias religiosas. Normalmente através de sequestros e assassinatos. Embora o EI tenha perdido quase completamente seu território no Iraque, sua ideologia não está morta e tem influenciado a população local. A ideia de que os cristãos são “infiéis” e "impuros" se espalhou amplamente.

Mais perseguição ocorre por meio de líderes islâmicos em qualquer nível, principalmente na forma de discurso de ódio nas mesquitas. Funcionários do governo em todos os níveis ameaçam os cristãos e "incentivam a emigrar". Os líderes locais, a família e a comunidade colocam séria pressão sobre os cristãos ex-muçulmanos para que eles retornem ao islã e, às vezes, planejam matá-los quando há rejeição. Ao não promover uma sociedade pluralista, os partidos políticos também contribuem para a perseguição aos cristãos. O sequestro de cristãos geralmente vem sob a forma de crime organizado, com motivos financeiros e religiosos.
 

NOTAS SOBRE A SITUAÇÃO ATUAL

A maioria dos cristãos mora na região curda do norte, mas, em meados de 2017, cristãos e outros deslocados foram forçados a retornar às suas casas originais. Ainda há um longo caminho pela frente, não apenas na restauração das casas e igrejas, mas também na reconstrução da confiança, especialmente onde os cristãos viviam com muçulmanos. Algumas atrocidades cometidas nos últimos meses apenas agora estão se tornando conhecidas, como foi mostrado pela descoberta de uma cova coletiva com os corpos de 40 cristãos em Mossul, em março de 2018. As vítimas foram sequestradas na região de acordo com um artigo publicado no site de notícias Iraqi News.

De acordo com o Comitê de Reconstrução de Nínive (NRC, da sigla em inglês), mais de 37 mil cristãos já retornaram nos últimos 12 meses, mas ainda há preocupação com aqueles que ainda estão desabrigados no nordeste do Iraque. Para os cristãos, a falta de segurança e estabilidade são as principais razões para as migrações. A segurança é percebida como a capacidade de manter a identidade cristã, de se proteger e de viver livre da cultura islâmica dominante.

Felizmente, a lei assinada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, em dezembro de 2018 no “Ato de Responsabilidade e Ajuda ao Genocídio no Iraque e Síria”, que busca garantir ajuda norte-americana às vítimas cristãs e yazidis, irá ajudá-los a se manter em seu país de origem. A quantia da ajuda financeira de 55 milhões de dólares ajudará nas necessidades de vulnerabilidade religiosa e étnica de comunidades minoritárias na província do Nínive.

Durante o período de análise da Lista atual (de 1 de novembro de 2017 a 31 de outubro de 2018), cinco cristãos foram mortos por questões relacionadas à fé. Uma família de três cristãos foi esfaqueada até a morte em um assalto à sua casa em Bagdá, em 8 de março de 2018. No mesmo mês, outro cristão foi baleado em frente à casa. À primeira vista, o ataque parece puramente criminoso, entretanto a comunidade cristã local e líderes políticos nacionais interpretam as mortes como sendo anticristãs. Também um convertido ao cristianismo foi morto por seu sogro, depois de ficar sabendo da conversão, em setembro de 2018.

Mais de uma dúzia de cristãos foram presos e detidos enquanto evangelizavam. Aproximadamente 60 cristãos estão desaparecidos, muitos deles são mulheres de Qaraqosh que foram levadas por membros do Estado Islâmico. No total, apenas 12 voltaram. Diversos cristãos, incluindo convertidos, foram feridos fisicamente ou receberam ameaças de morte. Três igrejas ou prédios cristãos, incluindo cemitérios, foram atacados. No final de novembro de 2017, um cemitério cristão foi vandalizado e uma escola cristã roubada em uma vila. Em julho de 2018, forças de inteligência do exército iraquiano invadiram o centro cristão de uma escola na cidade de Bartella, sob falsos pretextos.

Diversas casas pertencentes a cristãos foram roubadas ou confiscadas. Segundo fontes locais, pelo menos 350 casas pertencentes a cristãos, que fugiram do Estado Islâmico, foram ilegalmente ocupadas por novos moradores, tomando vantagem de sua ausência e usando documentos falsos, que dificultam muito a sua recuperação.
 

Até o final da Primeira Guerra Mundial, o Iraque fazia parte do Império Otomano. A Grã-Bretanha ocupou o território em 1917. Em 1932, o Iraque se tornou um reino independente e, finalmente, uma república em 1958, sob o comando de vários líderes autoritários. Seu último homem forte, Saddam Hussein, foi derrubado por uma campanha militar liderada pelos Estados Unidos em 2003. No vácuo de poder que se seguiu, a violência sectária surgiu particularmente entre muçulmanos sunitas e xiitas; os cristãos foram pegos nesse fogo cruzado.

No Iraque, 99% da população é muçulmana. Da população árabe, os muçulmanos xiitas formam a maioria. Os curdos, no norte, são principalmente sunitas. Só após a decisão da Liga das Nações, em 1920, esses três grupos foram reunidos em um sistema estatal moderno. Os diferentes líderes, que chegaram ao poder desde então, alimentaram a desconfiança e o conflito entre os três grupos de acordo com o princípio “divida para governar”. A atual violência sectária no Iraque está enraizada, principalmente, na competição pelo poder e proeminência no Iraque pós-Saddam Hussein.

Após a Guerra do Golfo (1990-1991) e a invasão anglo-americana no Iraque, em 2003, os sentimentos islâmicos antiocidentais e radicais aumentaram, o que contribuiu para a perseguição aos cristãos iraquianos, que são identificados com valores ocidentais. Um fluxo de refugiados começou a sair do país, e foi se intensificando com o  surgimento do Estado Islâmico e estabelecimento de seu autoproclamado califado, em junho de 2014.

Depois que grandes áreas do território do Estado Islâmico foram reconquistadas em 2016, os cristãos começaram a retornar às cidades cristãs liberadas perto de Mossul, como Qaraqosh. Em dezembro de 2017, o primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi, declarou que as forças do Iraque tinham derrotado o Estado Islâmico e o expulsado de seu território. Porém, permanecia uma ameaça terrorista. Em maio de 2018, as eleições parlamentares foram vencidas pelo clérigo xiita Moqtada al-Sadr.
 

SITUAÇÃO POLÍTICA E SOCIAL ATUAL

Em geral, a sociedade iraquiana está se tornando islamizada. O álcool é restrito e em algumas áreas é banido. Lojas onde o álcool é vendido são alvos regulares de bombardeios, e vários proprietários foram mortos. Durante o Ramadã, todas essas lojas fecham, em todo o Iraque.

Há um aumento no controle social sobre as mulheres, o uso do xador (uma veste usada sobre a roupa) e a observância do Ramadã. Mesmo as mulheres cristãs em Bagdá estão sob pressão para se cobrirem, a fim de andarem com alguma segurança fora de suas casas. A situação era ainda pior na área onde o Estado Islâmico declarou um califado. Lá, todas as mulheres eram obrigadas a se cobrir totalmente usando um niqab (um tipo de véu que deixa apenas os olhos descobertos). Entretanto, esse não é mais o caso desde que todas as áreas que eram controladas pelo Estado Islâmico voltaram ao controle do governo no final de 2017.

Um artigo da Al-Jazeera – emissora de televisão jornalística sediada no Catar – deu uma visão geral a partir de abril de 2016: “A fim de inaugurar uma ruptura com o governo árabe da minoria sunita de Saddam Hussein, um sistema político foi desenvolvido sob a tutela dos Estados Unidos, em que o novo governo seria ‘inclusivo’ a todas as comunidades do país após cada eleição iraquiana. Essa noção de inclusão levou a uma equação quase matemática, em que cada novo gabinete do Iraque atribuía uma porcentagem proporcional de posições aos xiitas, sunitas, curdos e outras minorias da nação, como cristãos, turcomenos e yazidis". A representação política dos cristãos é muito baixa (de 1% a 3%) e, como estão espalhados por dez regiões, seu impacto é muitas vezes irrelevante.

O Iraque consiste em 18 províncias, dessas apenas cinco têm população oficial de cristãos. Os cristãos deixaram todas as outras províncias, a não ser pequenos grupos de convertidos ex-muçulmanos. A corrupção é epidêmica em todos os níveis do governo e sociedade. O governo fraco e dividido só reforça a impunidade frequente que conduz a um ciclo vicioso difícil de escapar. As vítimas mais vulneráveis são os cristãos e outras minorias.

Proibidos sob Saddam Hussein, os partidos políticos islâmicos – tanto xiitas quanto sunitas – fizeram sua entrada na política iraquiana e até constituíram a maioria no parlamento. Os conflitos sectários estão sendo travados no parlamento por representantes políticos e nas ruas pelas milícias. Vários segmentos xiitas têm boas relações com a República Islâmica do Irã e, consequentemente, a influência do Irã é forte no Iraque.

O apoio do Irã na batalha contra o Estado Islâmico é outro fator importante. Como resultado, o Iraque está se tornando mais islâmico e está pressionando o governo curdo a agir da mesma forma. Os cristãos, em particular os ex-muçulmanos, relataram que são monitorados por serviços secretos iranianos.
 

O CENÁRIO SOCIOECONÔMICO DO PAÍS

O Iraque é dividido em duas partes, uma região curda semiautônoma no norte, oficialmente governada pelo Governo Regional Curdo (KRG), com sede em Erbil; e uma grande parte árabe, controlada pelo governo iraquiano em Bagdá. Curdos e árabes têm suas próprias línguas e culturas.

Além dos campos de petróleo em Basra (no sul, perto do Kuwait e do Irã), a maioria dos recursos petrolíferos do Iraque estão localizados perto de Kirkuk e Mossul, as áreas fronteiriças entre a região curda e o Iraque árabe, alguns dos lugares mais violentos do Iraque.

As vítimas mais vulneráveis são os cristãos perseguidos e outras minorias. A corrupção é um dos principais fatores que dificultam o progresso do país e o processo democrático. Existe uma grande insatisfação social como resultado da falta crônica de serviços básicos (água, esgoto, eletricidade, etc.) e desemprego maciço.

Além disso, quase todos os indivíduos no Iraque estão traumatizados após anos de sofrimento sob o regime de Saddam Hussein, a guerra Irã-Iraque, as guerras do Golfo, as sanções, a invasão liderada pelos Estados Unidos e a violência sectária subsequente, incluindo atrocidades cometidas pelo Estado Islâmico.

O impacto disso sobre a população – em especial sobre as crianças – é desastroso, havendo muitas crianças com transtornos de aprendizagem e em estado permanente de medo. A questão é como isso afetará o futuro do Iraque. Vários analistas acreditam que o trauma é um dos fatores de radicalização. Isso não é bom para a grande expansão juvenil do Iraque.

Os cristãos vivem na região desde os primeiros dias da igreja cristã. De acordo com a tradição, a fé cristã foi trazida para a Mesopotâmia pelo apóstolo Tomé no caminho para a Índia. Os nestorianos – o nestorianismo é uma doutrina cristológica proposta por Nestório, patriarca de Constantinopla (428-431) – tornaram-se a principal influência cristã do século 5 até as invasões islâmicas (a partir dos séculos 7 e 8) que afetaram a vida da igreja.

Os católicos romanos chegaram no início do século 14, quando Roma enviou frades franciscanos e dominicanos para proselitismo dos caldeus, dos ortodoxos orientais e dos muçulmanos. Os missionários protestantes, por outro lado, chegaram somente no século 19. As sociedades missionárias que abraçam os princípios de William Carey – missionário inglês batista considerado o pai das missões modernas – chegaram ao país em 1815, começando com a Sociedade Missionária da Igreja Anglicana.

No início do século 20, os cristãos constituíam cerca de 30% da população. No entanto, no final da Primeira Guerra Mundial, o regime turco havia assassinado mais de 250 mil cristãos no Iraque, o que significa que, em algumas áreas, um terço da comunidade cristã havia morrido. Sob a Liga das Nações, a região da Mesopotâmia tornou-se um mandato da Grã-Bretanha, que uniu as três regiões dominantes (Mossul, Basra e Bagdá) em uma única nação, conhecida hoje como Iraque.

Logo após o Reino Unido conceder ao Iraque sua independência em 1932, a população cristã caiu para menos de 8%. A igreja no Iraque, agora, consiste basicamente de três grupos distintos: os caldeus (o maior grupo), os católicos (ocidentais e orientais) e os protestantes (principalmente anglicanos e reformados).
 

REDE ATUAL DE IGREJAS

As igrejas históricas representam 95% de todas as igrejas no Iraque, a maioria pertencente à Igreja Católica Caldeana, Católica Síria ou Assíria do Oriente. Há também uma igreja armênia no Iraque. A primeira igreja evangélica no Oriente Médio foi estabelecida há mais de 100 anos na cidade de Nínive (Mossul) e muitas igrejas evangélicas diferentes foram construídas em Bagdá e Basra também.

Devido à guerra civil sectária após a invasão liderada pelos Estados Unidos em 2003, um grande número de pessoas deslocadas internamente chegou ao norte do país. Como consequência, várias denominações evangélicas abriram igrejas nesta região e estão crescendo em número.

A Igreja Curda foi oficialmente reconhecida pela Autoridade Regional Curda em 2004 e há vários grupos pequenos e bolsas de trabalho no norte, entre cristãos curdos de origem muçulmana. No sul, a pressão é muito alta sobre os cristãos ex-muçulmanos de língua árabe e eles têm de viver como cristãos secretos. Estima-se que haja apenas algumas centenas deles.

Como resultado da guerra civil, os cristãos fogem para escapar da luta. Bagdá, historicamente, tinha uma grande população de cristãos. Como resultado da violência anticristã severa (ataques a igrejas, sequestros, assassinatos, roubos, estupros e ameaças por extremistas islâmicos), inúmeros cristãos fugiram para o exterior ou para o norte. O fluxo principal dos cristãos foi para a planície de Nínive ou para a região autônoma curda. Na busca desesperada por segurança, muitas famílias já se mudaram várias vezes.

Os cristãos na região curda também ficaram tensos com as forças do Estado Islâmico tão perto de suas fronteiras, por isso grandes números de cristãos estão tentando emigrar. Mas eles também estavam motivados a ficar em sua terra por causa da reconquista de várias cidades cristãs perto de Mossul pelo exército iraquiano em outubro de 2016, a liberação oficial de Mossul em julho de 2017 e a derrota do Estado Islâmico em dezembro do mesmo ano.

De todos os cristãos, os convertidos ex-muçulmanos são os que mais enfrentam perseguição. Esses não podem expressar em público sua nova fé ou possuir materiais cristãos, tendo de esconder a decisão de suas famílias islâmicas, devido à vergonha que isso traz à família.

A sharia (conjunto de leis islâmicas) é a fonte primária da lei, que proíbe a conversão de muçulmanos para outras religiões. Não é possível mudar a religião em sua identidade e as crianças também são automaticamente registradas como muçulmanas.

Independentemente do segmento de cristianismo, a liberdade das famílias cristãs é severamente restrita em áreas controladas pelo Estado Islâmico. Igrejas foram, em geral, destruídas ou usadas para outros fins, em especial na região de Mossul. É praticamente impossível viver em comunidade em áreas governadas pelo califado, pois encontros públicos são proibidos.

Um dos clérigos mais importantes do governo xiita do Iraque declarou publicamente que os cristãos, judeus e outras minorias religiosas devem se converter ao islamismo, pagar o imposto religioso (jizya) ou serem mortos. O xeique Alaa Al-Mousawi também chamou os cristãos de "infiéis" e "politeístas" e enfatizou a necessidade da jihad (guerra santa muçulmana) contra eles. Em reação, quase 200 famílias cristãs iraquianas apresentaram uma ação judicial acusando-o de incitar a violência contra cristãos.

A corrupção também tem um papel fundamental na perseguição aos cristãos no Iraque e pode ser vista nos resgates exigidos quando eles são sequestrados e nas tomadas ilegais de terras e casas de posse de cristãos. A posição vulnerável das minorias religiosas, como os cristãos, é muito explorada.

  • Ore para que Deus providencie bons pastores no país e que o Senhor os preencha do desejo de conhecê-lo.
  • Agradeça a Deus pelos muitos deslocados internos que continuam a retornar para vilas na Planície do Nínive desde que o Estado Islâmico foi expulso.
  • Interceda pelos ministros e pastores no Iraque, que eles vivam como exemplos da presença de Cristo. Peça que o corpo de Cristo mantenha a esperança viva.

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