República do Iraque

República do Iraque

  • Fonte de Perseguição: Opressão islâmica
  • Capital: Bagdá
  • Região: Oriente Médio
  • Lider: Fuad Masum
  • Governo: República parlamentarista
  • Religião: Islamismo
  • Idioma: Árabe, curdo
  • Pontuação: 86

POPULAÇÃO
MILHÕES

POPULAÇÃO CRISTÃ
MIL

O cristianismo tem uma longa história no Iraque. Antes da invasão norte-americana em 2003, o Iraque era lar de uma das maiores comunidades cristãs do Oriente Médio. Hoje, a comunidade cristã, presente ali há dois milênios, luta para não se extinguir.

Ao longo dos últimos anos, o Iraque vem sofrendo com a estrutura incerta, conflituosa e instável de um governo incapaz de cumprir a lei e prover o mínimo de segurança a seus cidadãos. Os níveis de corrupção estão subindo e a violência intolerante parece não ter fim.

Cristãos na região enfrentam duas diferentes batalhas: uma é com a região do Curdistão iraquiano; outra é uma limpeza religiosa no Iraque promovida por grupos de extremistas islâmicos que desejam tornar o país puramente islâmico. 

A perseguição religiosa no Iraque é caracterizada pela impunidade, ataques de extremistas islâmicos e tratamento indiferente das autoridades aos cristãos. De um lado, os níveis extremos de pressão são registrados em todas as esferas da vida, fato comum em situações em que há vários mecanismos de perseguição atuando.

Por outro lado, há também vislumbres de esperança à medida que surgem oportunidades para cristãos voltarem às suas casas e as igrejas estenderem a mão a refugiados muçulmanos e aos que permaneceram no país.

O Iraque só recebeu reconhecimento como Estado no início do século 20. A nação étnica e religiosamente diversa é, portanto, ainda jovem. Sofre com violência sectária e corrupção, que são os principais fatores que dificultam o progresso e o processo democrático. Estreitamente relacionado está o problema da impunidade, que afeta muito a condição dos cristãos iraquianos e o surgimento de grupos islâmicos radicais que não toleram qualquer outra religião que não seja uma forma violenta do islã. 

Embora a situação geral no Iraque esteja longe de ser estável, existem desenvolvimentos esperançosos, já que a campanha militar das forças de coalizão contra o Estado Islâmico na região de Mossul parece ser bem-sucedida (pelo menos até o fim de 2017), permitindo que os cristãos retornem a várias aldeias. No entanto, os especialistas alertam que após a derrota do Estado Islâmico, a guerra poderia entrar em erupção entre as forças xiitas e os curdos.

Os movimentos fanáticos, como o Estado Islâmico (EI) e outros militantes radicais, são conhecidos por terem como alvo os cristãos e outras minorias religiosas. Normalmente através de sequestros e assassinatos. Embora o EI tenha perdido quase completamente seu território no Iraque, sua ideologia não está morta e tem influenciado a população local. A ideia de que os cristãos são “infiéis” e "impuros" se espalhou amplamente.

Além disso, estima-se que 3 mil militantes de Mossul "desapareceram" na população em geral. Embora algumas famílias cristãs tenham retornado às suas casas, a emigração dos cristãos continua devido ao medo e à falta de esperança de um bom futuro. Mais perseguição ocorre por meio de líderes islâmicos em qualquer nível, principalmente na forma de discurso de ódio nas mesquitas.

Funcionários do governo em todos os níveis ameaçam os cristãos e "incentivam a emigrar". Os líderes locais, a família e a comunidade colocam uma séria pressão sobre os cristãos ex-muçulmanos para que eles retornem ao islã e, às vezes, planejam matá-los quando há  rejeição. Ao não promover uma sociedade pluralista, os partidos políticos também contribuem para a perseguição dos cristãos. O sequestro de cristãos geralmente vem sob a forma de crime organizado, com motivos financeiros e religiosos. 

NOTAS SOBRE A SITUAÇÃO ATUAL

A maioria dos cristãos mora na região curda do norte, mas, em meados de 2017, cristãos e outros deslocados são forçados a retornar às suas casas originais: o governo iraquiano em Bagdá disse a seus funcionários que, se eles não retornarem a seus empregos anteriores (professores, funcionários municipais, funcionários de hospital etc.), seus salários serão cortados. A maioria dos deslocados internos em Mossul são funcionários do governo de Bagdá. 

Além disso, as famílias de deslocados internos no Curdistão foram informadas oficialmente de que não haveria mais acesso para as escolas tanto primárias quanto secundárias locais após meados de 2017, obrigando-os a deixar o Curdistão. Além disso, o aluguel para a acomodação de muitas famílias de deslocados internos foi pago por igrejas e muitos deles indicaram que não conseguem mais pagar o aluguel a partir de setembro de 2017. Assim, os cristãos temem ser forçados a sair de suas casas pelos proprietários. 

Além disso, nos Estados Unidos, o atual governo federal reuniu dezenas de cristãos assírios a fim para expulsá-los de volta a Bagdá. Embora essa deportação tenha sido bloqueada, há um sentimento crescente entre os cristãos no Iraque de que são uma minoria esquecida, de que não merecem receber ajuda dos governos ocidentais.

Iraque

Até o final da Primeira Guerra Mundial, o Iraque fazia parte do Império Otomano. A Grã-Bretanha ocupou o território em 1917. Em 1932, o Iraque se tornou um reino independente e, finalmente, uma república em 1958, sob o comando de vários líderes autoritários. Seu último homem forte, Saddam Hussein, foi derrubado por uma campanha militar liderada pelos Estados Unidos em 2003. No vácuo de poder que se seguiu, a violência sectária surgiu particularmente entre muçulmanos sunitas e xiitas; os cristãos foram pegos nesse fogo cruzado.

No Iraque, 99% da população são muçulmanos. Da população árabe, os muçulmanos xiitas formam a maioria. Os curdos, no Norte, são principalmente sunitas. Só após a decisão da Liga das Nações, em 1920, esses três grupos foram reunidos em um sistema estatal moderno. Os diferentes líderes, que chegaram ao poder desde então, alimentaram a desconfiança e o conflito entre os três grupos de acordo com o princípio “divida para governar”. A atual violência sectária no Iraque está enraizada principalmente na competição pelo poder e proeminência no Iraque pós-Saddam Hussein.

Após a Guerra do Golfo (1990-1991) e a invasão anglo-americana no Iraque, em 2003, os sentimentos islâmicos antiocidentais e radicais aumentaram, o que contribuiu para a perseguição aos cristãos iraquianos, que são identificados com valores ocidentais. Um fluxo de refugiados começou a sair do país, e foi se intensificando pelo surgimento do Estado Islâmico e estabelecimento de seu autoproclamado califado em junho de 2014.

Depois que grandes áreas do território do Estado Islâmico foram reconquistadas em 2016 (até fim de 2017, o Estado Islâmico já havia perdido 95% do território), os cristãos começaram a retornar às cidades cristãs liberadas perto de Mossul, como Qaraqosh.

SITUAÇÃO POLÍTICA E SOCIAL ATUAL

Em geral, a sociedade iraquiana está se tornando islamizada. O álcool é restrito e em algumas áreas é banido. Lojas onde o álcool é vendido são alvos regulares de bombardeios, e vários proprietários foram mortos. Durante o Ramadã, todas essas lojas fecham em todo o Iraque. 

Há um aumento no controle social sobre as mulheres, o uso do xador (uma veste usada sobre a roupa) e a observância do Ramadã. Mesmo as mulheres cristãs em Bagdá estão sob pressão para se cobrirem a fim de andarem com alguma segurança fora de suas casas. A situação é ainda pior na área onde o Estado Islâmico declarou um califado. Lá, todas as mulheres são obrigadas a se cobrir totalmente usando um niqab (um tipo de véu que deixa apenas os olhos descobertos).

Um artigo da Al-Jazeera – a maior emissora de televisão jornalística sediada no Catar – deu uma visão geral a partir de abril de 2016: “A fim de inaugurar uma ruptura com o governo árabe da minoria sunita de Saddam Hussein, um sistema político desenvolvido sob a tutela dos Estados Unidos em que o novo governo seria ‘inclusivo’ a todas as comunidades do país após cada eleição iraquiana. Essa noção de inclusividade levou a uma equação quase matemática em que cada novo gabinete do Iraque atribuía uma porcentagem proporcional de posições aos xiitas, sunitas, curdos e outras minorias da nação, como cristãos, turcomenos e yazidis". A representação política dos cristãos é muito baixa (entre 1% a 3%) e, como estão espalhados por dez regiões, seu impacto é muitas vezes irrelevante.

Proibidos sob Saddam Hussein, os partidos políticos islâmicos – tanto xiitas quanto sunitas – fizeram sua entrada na política iraquiana e até constituíram a maioria no parlamento. Os conflitos sectários estão sendo travados no parlamento por representantes políticos e nas ruas pelas milícias. Vários segmentos xiitas têm boas relações com a República Islâmica do Irã e, consequentemente, a influência do Irã é forte no Iraque.

O apoio do Irã na batalha contra o Estado Islâmico é outro fator importante. Como resultado, o Iraque está se tornando mais islâmico e está pressionando o governo curdo a agir da mesma forma. Os cristãos, em particular os ex-muçulmanos, relataram que são monitorados por serviços secretos iranianos.

O CENÁRIO SOCIOECONÔMICO DO PAÍS

O Iraque é dividido em duas partes, uma região curda semiautônoma no Norte, oficialmente governada pelo Governo Regional Curdo (KRG), com sede em Erbil; e uma grande parte árabe, controlada pelo governo iraquiano em Bagdá. Curdos e árabes têm suas próprias línguas e culturas.

Além dos campos de petróleo em Basra (no Sul, perto do Kuwait e do Irã), a maioria dos recursos petrolíferos do Iraque estão localizados perto de Kirkuk e Mossul, as áreas fronteiriças entre a região curda e o Iraque árabe, alguns dos lugares mais violentos do Iraque.

A corrupção é epidêmica em todos os níveis de governo e sociedade. O governo fraco e dividido apenas fortalece a impunidade generalizada que leva a um ciclo vicioso difícil de se escapar. As vítimas mais vulneráveis são os cristãos perseguidos e outras minorias. A corrupção é um dos principais fatores que dificultam o progresso do país e o processo democrático. Existe uma grande insatisfação social como resultado da falta crônica de serviços sociais (água, esgoto, eletricidade etc.) e desemprego maciço. 

Além disso, quase todos os indivíduos no Iraque estão traumatizados após anos de sofrimento sob o regime de Saddam Hussein, a guerra Irã-Iraque, as guerras do Golfo, as sanções, a invasão liderada pelos Estados Unidos e a violência sectária subsequente (incluindo atrocidades cometidas pelo Estado Islâmico). 

O impacto desta sobre a população – em especial sobre as crianças – é desastroso, havendo muitas crianças com transtornos de aprendizagem e em estado permanente de medo. A questão é como isso afetará o futuro do Iraque. Vários analistas estabeleceram que o trauma é um dos fatores de radicalização. Isso não é bom para a grande expansão juvenil do Iraque.

Os cristãos vivem na região desde os primeiros dias da igreja cristã. De acordo com a tradição, a fé cristã foi trazida para a Mesopotâmia pelo apóstolo Tomé no caminho para a Índia. Os nestorianos – o nestorianismo é uma doutrina cristológica proposta por Nestório, Patriarca de Constantinopla (428-431) – tornaram-se a principal influência cristã do século 5 até as invasões islâmicas (a partir dos séculos 7 e 8) afetando a vida da igreja.

Os católicos romanos chegaram no início do século 14, quando Roma enviou frades franciscanos e dominicanos para proselitismo dos caldeus, dos ortodoxos orientais e dos muçulmanos. Os missionários protestantes, por outro lado, somente chegaram no século 19. As sociedades missionárias que abraçam os princípios de William Carey – missionário inglês batista considerado o pai das missões modernas – chegaram ao país em 1815 (começando com a Sociedade Missionária da Igreja Anglicana).

No início do século 20, os cristãos constituíam cerca de 30% da população. No entanto, no final da Primeira Guerra Mundial, o regime turco havia assassinado mais de 250 mil cristãos no Iraque, o que significava que, em algumas áreas, um terço da comunidade cristã havia morrido. Sob a Liga das Nações, a região da Mesopotâmia tornou-se um mandato da Grã-Bretanha, que uniu as três regiões dominantes (Mossul, Basra e Bagdá) em uma única nação, conhecida hoje como Iraque. 

Logo após o Reino Unido conceder ao Iraque sua independência em 1932, a população cristã caiu para menos de 8%. A igreja no Iraque, agora, consiste basicamente de três grupos distintos: os caldeus (o maior grupo), os católicos (ocidentais e orientais) e os protestantes (principalmente anglicanos e reformados).

REDE ATUAL DE IGREJAS

•    Ortodoxa (93.200): oriental (calcedoniana), oriental (pré-calcedoniana, não-calcedoniana, monofisita), nestoriana (assíria) e ortodoxa não-histórica. 
•    Católicos romanos (146.000): todos os cristãos em comunhão com a igreja de Roma. 
•    Protestantes (16.300): cristãos em igrejas originárias ou em comunhão com a Reforma Protestante do século 16 ocidental. Inclui anglicanos, luteranos e batistas (qualquer um dos quais podem ser carismáticos) e pentecostais denominacionais, mas não tradições independentes como batistas independentes nem carismáticos independentes. 
•    Independentes (77.200): cristãos que não se identificam com as principais tradições cristãs (ortodoxos, católicos romanos, protestantes). 
•    Cristãos não afiliados (12.300): pessoas que professam ser publicamente cristãs, mas que não são afiliadas às igrejas. 
•    Cristãos duplamente afiliados (86.200): pessoas afiliadas ou reivindicadas por duas denominações ao mesmo tempo. 
•    Evangélicos (25.300): igrejas, denominações e indivíduos que se identificam como evangélicos por pertencer a denominações ligadas a alianças evangélicas (por exemplo, Aliança Evangélica Mundial) ou por autoidentificação em pesquisas. 
•    Renovados (61.500): note-se também: 48.800 membros da igreja envolvidos na renovação carismática pentecostal / carismática / independente no Espírito Santo. [Fonte dos números: World Christian Database (WCD), maio 2017] 

As igrejas históricas representam 95% de todas as igrejas no Iraque, a maioria pertencente à Igreja Católica Caldeana, Católica Síria ou Assíria do Oriente. Há também uma igreja armênia no Iraque. A primeira igreja evangélica no Oriente Médio foi estabelecida há mais de 100 anos na cidade de Nínive (Mossul) e muitas igrejas evangélicas diferentes foram construídas em Bagdá e Basra também.

Devido à guerra civil sectária após a invasão liderada pelos Estados Unidos em 2003, um grande número de pessoas deslocadas internamente chegou ao Norte. Como consequência, várias denominações evangélicas abriram igrejas no Norte e estão crescendo em número. 

A Igreja Curda foi oficialmente reconhecida pela Autoridade Regional Curda em 2004 e há vários grupos pequenos e bolsas de trabalho no Norte entre cristãos curdos com origem muçulmana. No Sul, a pressão é muito alta sobre os cristãos ex-muçulmanos de língua árabe e eles têm de viver como cirstãos secretos. Estima-se que haja apenas algumas centenas deles.

Como resultado da guerra civil, os cristãos fogem para escapar da luta. Bagdá, historicamente, tinha uma grande população de cristãos. Como resultado da violência anticristã severa (ataques a igrejas, sequestros, assassinatos, roubos, estupros e ameaças por militantes islâmicos), inúmeros cristãos fugiram para o exterior ou para o Norte. O fluxo principal dos cristãos foi para a planície de Nínive ou para a região autônoma curda. Na busca desesperada de segurança, muitas famílias já se mudaram várias vezes.

Os cristãos na região curda também ficaram tensos com as forças do Estado islâmico tão perto de suas fronteiras, por isso grandes números de cristãos estão tentando emigrar. Mas eles também estão motivados a ficar em sua terra por causa da reconquista de várias cidades cristãs perto de Mossul pelo exército iraquiano em outubro de 2016. O objetivo final é liberar Mossul, uma batalha que se espera ser concluída.

De todos os cristãos, os convertidos ex-muçulmanos são os que mais enfrentam perseguição. Estes não podem expressar em público sua nova fé ou possuir materiais cristãos, tendo de esconder sua decisão de suas famílias islâmicas devido à vergonha que isso traz à família.

Independentemente do segmento de cristianismo, a liberdade das famílias cristãs é severamente restrita em áreas controladas pelo Estado Islâmico. Igrejas e mosteiros foram, em geral, destruídos ou usados para outros fins, em especial na região de Mossul. É praticamente impossível viver em comunidade em áreas governadas pelo califado, pois encontros públicos são proibidos.

Durante o período de formulação da Lista Mundial da Perseguição 2018, a maioria dos cristãos havia deixado essas áreas, incluindo pastores e líderes, embora alguns ainda estivessem escondidos. A maioria foi forçada a se converter ao islã, e a recusa era punida com violência e morte.

Desde a chegada do Estado Islâmico, em 2014, milhares de cristãos, bem como iraquianos yazidis, muçulmanos moderados e outras minorias foram forçados a deixar suas casas. Muitos cristãos se tornaram deslocados internos e fugiram para a região curda ou para o exterior. Outros tantos enfrentaram sequestros e violência física, abuso sexual e casamentos forçados.

As atrocidades cometidas durante ou antes da libertação da maioria das cidades cristãs como Qaraqosh se tornaram conhecidas em janeiro de 2017, quando foram encontrados oito corpos - provavelmente pertencentes a cristãos. Alguns foram mortos há mais de um ano, outros mais recentemente. 

Um dos clérigos do governo xiita mais altos do Iraque declarou publicamente que os cristãos, judeus e outras minorias religiosas devem se converter ao islamismo, pagar o imposto religioso (jizya) ou serem mortos. O xeque Alaa Al-Mousawi também chamou os cristãos de "infiéis" e "politeístas" e enfatizou a necessidade da jihad (guerra santa muçulmana) contra eles. Em reação, quase 200 famílias cristãs iraquianas apresentaram uma ação judicial acusando-o de incitar a violência contra cristãos.

•    Grande parte do território povoado do Iraque permanece sob o controle de radicais islâmicos. Essa situação não deve mudar em um futuro próximo e é provável que promova outra onda de cristãos deixando o país. Mesmo as cidades e as áreas cristãs que foram liberadas não são seguras para se retornar por causa da destruição, de explosivos e das ameaças de que militantes do Estado Islâmico retornem. Ore por paz e estabilidade no Iraque.
•    Ore pelos cristãos que vivem secretamente em países próximos. Ore por sua proteção e que eles experimentem a presença de Deus em meio à violência e às ameaças.
•    Ore pelos pastores e líderes que permanecem no Iraque, para que eles possam ser exemplos vivos da presença de Cristo. Ore para que o corpo de Cristo mantenha a esperança viva.

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