República Islâmica do Afeganistão

República Islâmica do Afeganistão

  • Tipo de Perseguição: Opressão islâmica
  • Capital: Cabul
  • Região: Sul da Ásia
  • Líder: Ashraf Ghani Ahmadzai
  • Governo: República islâmica presidencial
  • Religião: Islamismo
  • Idioma: Pashto, dari
  • Pontuação: 94

POPULAÇÃO
MILHÕES

POPULAÇÃO CRISTÃ

MILHARES

No período de referência da Lista Mundial da Perseguição 2019 (1 de novembro de 2017 a 31 de outubro de 2018), o Afeganistão suportou os mesmos níveis extremos de pressão que a Coreia do Norte, que ocupa a 1ª colocação na Lista Mundial da Perseguição. Embora a situação dos cristãos nos dois países seja muito diferente, em termos de pontuação, eles só diferem ligeiramente por conta de uma menor violência no Afeganistão. Ambos atingem a pontuação máxima em todas as esferas da vida, combinados com um nível muito alto de violência dirigido contra os cristãos.

Cinco importantes ataques suicidas dentro de nove dias em janeiro de 2018 definiram o tom do ano, que se mostrou particularmente violento. Nesse período, nenhum cristão necessitado de ajuda emergencial foi morto por sua fé, diferente dos últimos anos. Entretanto, isso também é devido ao fato de cada vez menos cristãos exilados viverem no Afeganistão.
 

“Eu tenho sete filhos. Um deles é deficiente e não pode andar. Quando eu trouxe o Novo Testamento para minha casa, minha filha começou a se mexer. Eu comecei a ler a Bíblia e ela começou a andar.” 
SAIF (PSEUDÔNIMO), CRISTÃO AFEGÃO

 

O alto nível da pontuação reflete um novo aumento na insurgência – não só o Estado Islâmico se juntou ao Talibã no Afeganistão, como também passou a controlar uma quantidade cada vez maior do território do país. O segundo motivo é que por, pelo menos, metade do período de análise, as preparações para as próximas eleições levaram a uma situação mais instável, onde lealdade à tribo, clã e religião é ainda mais importante.

O Afeganistão é um país instável, marcado pelo extremismo islâmico e que não experimenta liberdade e paz há séculos. Extremistas lutam contra as tropas do governo afegão no nordeste do país e atacam minorias. Devido a tamanha insegurança, é quase impossível que cristãos se reúnam abertamente em comunidade. Por isso, não há igrejas públicas no Afeganistão. Materiais cristãos não podem ser importados legalmente e a internet é monitorada de perto.

Por causa das pressões política e social, manter em sigilo a fé em Jesus acaba sendo a opção de muitos muçulmanos que se convertem. Muitos foram mortos depois que a conversão foi descoberta; outros foram levados a clínicas psiquiátricas, já que ninguém em perfeito juízo abandonaria o islamismo; muitos têm suas propriedades destruídas ou repassadas para outros. Fatos que acontecem até mesmo diante da mera suspeita de que se tornaram cristãos.

Assim, se encontram em secreto, o que faz a Igreja Perseguida necessitar de instrução bíblica e líderes preparados. Os cristãos, em sua maioria, ficam sozinhos ou em pequenos grupos. Mesmo assim, muitos permanecem firmes em meio à forte perseguição e, apesar de todos os perigos, o cristianismo continua a crescer.
 

Em 1979, o exército soviético invadiu e implantou o governo comunista. Estima-se que mais de um milhão de pessoas morreram na guerra subsequente. As últimas tropas soviéticas partiram em 1989, e o movimento dos jihadistas, apoiado pelos Estados Unidos e pelo Paquistão para derrubar Mohammad Najibullah, o governante afegão colocado pelos soviéticos, desencadeou uma devastadora guerra civil.

Em 1996, o Talibã assumiu o controle de Cabul e impôs uma dura linha do islã – a sharia (conjunto de leis islâmicas) – até 2001, quando foi expulso do poder pela invasão militar liderada pelos Estados Unidos, depois do atentado de 11 de setembro de 2001. A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), assumiu a responsabilidade pela manutenção da segurança no país em 2002.

Em 2004, em uma Loya Jirga (nome dado aos grandes encontros realizados por diversos povos dos países da Ásia Central) adotou uma nova constituição que previa uma forte presidência. Logo, Hamid Karzai ganhou as primeiras eleições presidenciais e, em 2005, aconteceram as primeiras eleições parlamentares. A OTAN terminou formalmente sua missão de combate no Afeganistão em 2014. Entretanto, tropas internacionais continuam com base no país.

No mesmo ano, as eleições levaram a uma suspensão política, que só pôde ser resolvida quando o ex-ministro das Relações Exteriores e de etnia tajique, Abdullah Abdullah, reconheceu sua derrota e aceitou Ashraf Ghani como novo presidente. Abdullah foi, então, anunciado como diretor executivo do país, uma posição não encontrada em nenhuma parte da constituição afegã.

O Afeganistão está enfrentando um futuro volátil e muito violento, especialmente por conta das eleições de outubro de 2018 e as eleições presidenciais adiadas para 20 de julho de 2019. As eleições ocorridas em 20 de outubro não mudaram a situação atual. Elas foram desafiadas por fatores internos e externos: uma decisão a curto prazo de usar sistemas de identificação biométrica nas eleições levou a muitos problemas técnicos e houve ataques do Talibã. É difícil ver como os resultados das eleições podem ser traduzidos em estabilidade, quanto mais trazer qualquer solução para os muitos problemas que o país enfrenta, dado o impasse político entre facções e grupos étnicos.
 

A VIDA NO AFEGANISTÃO

Noventa por cento dos muçulmanos seguem o islamismo sunita, enquanto 9,7% aderem ao islamismo xiita. A tribo Hazara é predominantemente xiita, enquanto o principal grupo étnico, o Pashtu, é sunita. Eles dominam a paisagem política, mas precisam de minorias como os uzbeques e os tajiques para exercer o poder. Há poucos sikhs, hindus e bahai no país, os quais não têm muito mais liberdade do que os cristãos, mas a vantagem é que eles não são vistos como ocidentais.

O Afeganistão enfrenta uma sombria situação de segurança devido ao influxo de islâmicos radicais sob a forma do grupo Estado Islâmico. Talibãs islâmicos radicais estão mais presentes em mais regiões e províncias do que nos últimos anos.

Facções concorrentes de grupos islâmicos radicais, bem como um governo fraco e dividido não favorecem o futuro do país. O Afeganistão ainda é o país com mais minas de bombas terrestres no mundo, o nível de criminalidade é alto, as gangues criminosas são ativas em inúmeras regiões e sequestros ocorrem com frequência.

A vida para a maioria dos afegãos é um ato de equilíbrio constante com pouca esperança de melhoria. Mais de 50% da população tem menos de 20 anos de idade e o alto crescimento populacional só agrava os problemas. As taxas de desemprego, pobreza e inflação permanecem muito altas. Devido à falta de perspectivas, muitos jovens se envolvem no tráfico de drogas, como o ópio, ou se juntam a grupos extremistas.

O Afeganistão está em uma posição desconfortável, pois é um país sem litoral e, devido a décadas de guerra civil, a infraestrutura não está apenas muito ruim, mas também é limitada em capacidade. Hoje, o país não tem condições para usufruir de seus minerais ricos e, provavelmente, petróleo e gás, pois é necessário investimento estrangeiro, o que, por sua vez, precisa de estabilidade e previsibilidade para ser aplicado.

Mesmo a China, que tem fome de mercadorias e está disposta a assumir mais riscos do que a maioria dos outros investidores, permanece cautelosa. Um dos principais problemas econômicos que o Afeganistão enfrenta é com as drogas ilícitas que, como o ópio, são muito mais lucrativas do que qualquer outra cultura agrícola. Em comparação com o trigo, os agricultores podem ganhar três vezes a quantidade de dinheiro com a produção de papoula.

Consequentemente, o comércio de ópio representa cerca de 15% do equivalente do PIB lícito do país. Os talibãs estão fortemente envolvidos na produção de drogas, estima-se que de 70% a 80% de todos os ganhos de tráfico de drogas acabem nos bolsos do Talibã. O principal centro de produção de ópio do Afeganistão, a província do sul de Helmand, é o lar de cerca de 50% da área do país, adequada ao cultivo de papoula e uma fortaleza dos talibãs.

A ajuda externa não sustentará a melhoria, caso o problema da corrupção desenfreada não seja resolvido. O forte empenho do vizinho Paquistão em devolver um grande número de refugiados afegãos, aumenta a pressão sobre as estruturas sociais, de saúde e econômicas.

De acordo com as estatísticas do World Christian Database, mais de 99% da população é muçulmana (4/5 dela é sunita) e há pequenos grupos de hindus, budistas e cristãos no país. Os dois idiomas principais são o pachto e o dari (dialeto do farsi). Os maiores grupos etnolinguísticos são: pashtun, tajik, hazara, uzbeque, aimak, turcomeno, baloch e outros.

Existem muitas tensões étnicas no Afeganistão, pois os pashtuns são frequentemente considerados dominantes. A cooperação política é constantemente afetada pela desconfiança e o governo de unidade nacional, forjado pelos poderes internacionais em 2014, não é exceção.

O país não está apenas em uma guerra sem fim, mas também está dividido entre diferentes grupos étnicos que são fortes em diferentes partes do país. A constituição afegã menciona 14 grupos étnicos diferentes. Parece que todos visam garantir a própria posição e não estão interessados no bem-estar do Afeganistão como um todo.

Um famoso ditado afegão ilustra isso: “Primeiro, minha tribo, depois meu povo e depois o país”. Essa atitude deixa o país com caminhos difíceis pela frente, especialmente devido à fraqueza das forças de segurança nacionais.

O Afeganistão sempre foi um campo de batalha para seus vizinhos maiores, mas a Inglaterra, o Paquistão, a Índia, o Irã, a Rússia e a China têm interesses em jogo, bem como os países que capacitam as forças internacionais, principalmente os Estados Unidos.

Esses interesses não só lidam com fronteiras disputadas, tráfico ilícito de drogas e disseminação de grupos violentos em fronteiras afegãs, mas também com uma profunda desconfiança de toda e qualquer influência estrangeira. O governo tenta lidar com a situação, procurando empréstimos adicionais e buscando lidar com questões diplomáticas complexas.

Talibãs ainda governam partes do país e têm uma influência considerável, como mostra o elevado número de ataques e confrontos com forças governamentais, lutando pela supremacia de várias províncias.

A nova liderança do Talibã está ainda mais inclinada a opiniões religiosas extremistas e reforçou suas campanhas de controle de áreas, resultando em um número ainda maior de pessoas mortas em ataques ou deslocamentos.

De acordo com a ONU, houve 5.122 vítimas civis nos primeiros seis meses de 2018, 1.692 pessoas mortas e 3.430 feridos.

A história inicial conta que o cristianismo pode ter chegado ao Afeganistão no século 2. De acordo com tradições transmitidas por Eusébio de Cesareia – tido como o pai da história da igreja, porque seus escritos trazem relatos da igreja primitiva. Os apóstolos Tomé e Bartolomeu levaram o evangelho para Parthia e Bactria, que hoje inclui o noroeste do Afeganistão, nos anos de 260 a 339.

Congregações cristãs que se desenvolveram na igreja nestoriana e em cidades afegãs como Herat, Candaar e Balkh se tornaram dioceses. No século 13, um governante cristão se converteu ao islamismo e se tornou um sultão, levando a um declínio do cristianismo, a ponto de quase ser extinguido completamente pelo reinado de Timur, em 1405.

Já no século 17, comerciantes armênios chegaram a Cabul e, com o tempo, uma pequena comunidade cristã se desenvolveu, porém foi forçada a abandonar o país em 1871. Tentativas na construção de uma igreja protestante também em Cabul chegaram ao fim em 1973 e hoje, o cristianismo é completamente clandestino e os cristãos, secretos.

Oficialmente, não há cristãos neste país de massiva maioria muçulmana, além de militares internacionais, diplomatas e trabalhadores de ONGs. Os cristãos nativos, em especial ex-muçulmanos, se escondem ao máximo.

Afirma-se que, no porão da embaixada italiana, ainda há uma igreja legalmente reconhecida – a única no país – mas não é publicamente acessível e, portanto, só serve cristãos estrangeiros.

Não existem denominações no Afeganistão. A Portas Abertas registra a presença de seguidores de Cristo isolados e pequenos grupos de cristãos, mas nenhuma igreja organizada, estrangeira e de nativos. Assim, prefere não dar um número exato, já que a conversão é uma decisão muito perigosa tomada por ex-muçulmanos. Há inúmeras congregações de cristãos afegãos no exterior, segundo relatado pelo jornal The Guardian em 2010.

A crescente influência do Estado Islâmico e a criação da Província Islâmica do Estado de Khorasan enfatizaram, mais uma vez, que o Afeganistão carece de grupos radicais que desprezam qualquer ensinamento cristão, e não hesitam em atacar tudo que se perceba como cristão.

Cristãos estrangeiros continuam sendo alvos de militantes islâmicos, mesmo que eles não testemunhem explicitamente a fé cristã, mas sejam empregados por instituições de caridade motivadas pela fé cristã. Nenhum cristão expatriado foi morto por sua fé no tempo de análise da Lista Mundial da Perseguição 2019 (1 de novembro de 2017 a 31 de outubro de 2018), a morte de um cristão europeu e o sequestro de outra em maio de 2017, ambos que trabalhavam para instituições de caridade em Cabul, continua mostrando o quão perigosa é a vida para todos os cristãos no Afeganistão.

O termo “sociedade civil” é praticamente desconhecido, de modo que os grupos de pressão que cuidam do desenvolvimento social, das questões das mulheres, das minorias ou dos direitos humanos influenciarão pouco para o desenvolvimento político do país.

Os grupos que apoiam o Estado de Direito, a participação no processo político ou a responsabilidade governamental, são rapidamente suspeitos de serem agentes da comunidade internacional, promovendo a agenda do Ocidente. Essas acusações não são apenas do governo, mas também da sociedade.

Essa mentalidade torna mais fácil para qualquer tipo de insurgente mobilizar um grande número da população a se opor a “ocupantes estrangeiros”, que são rotulados como não fiéis. Isso parece aplicar-se também às organizações não governamentais ocidentais que trabalham no país, incluindo os poucos cristãos. 

Ser um cristão afegão significa ter coragem, chamado e obediência. Quando você nasce no Afeganistão, você já é considerado muçulmano; portanto, é como se não houvesse escolha do que – ou a quem – seguir.

A República Islâmica do Afeganistão não permite que nenhum cidadão afegão se torne cristão, nem reconhece os convertidos como tal. A conversão é vista como apostasia e motivo de vergonha para a família e comunidade. Portanto, novos convertidos permanecem como cristãos secretos o quanto podem.

Todos os cristãos de nacionalidade afegã são ex-muçulmanos. Se descobertos, eles enfrentam discriminação e hostilidade (incluindo a morte) nas mãos da família, amigos e comunidade.

A cultura está enraizada nas tradições familiares e tribais. Se alguém se atreve a se voltar contra suas tradições para abraçar algo novo, enfrenta alta pressão para retornar às antigas práticas. Se isso não acontece, tal pessoa é vista como traidora, e consequentemente, excluída.

Uma vez que o Afeganistão é por constituição um estado islâmico, todas as outras religiões são vistas como estranhas ao país e, consequentemente, funcionários do governo são hostis em relação a qualquer sinal de cristianismo. Isso é ainda mais verdadeiro para líderes de grupos étnicos, religiosos e cidadãos.

A comunidade tribal no Afeganistão é muito mais forte e mais importante do que o Estado. Qualquer pessoa que troca a religião pelo cristianismo é vista como alguém que nega as raízes. Na maioria dos casos, a conversão traz vergonha para a família, que fará tudo que estiver ao seu alcance para levar o convertido de volta ao islã.

O Talibã e o Estado Islâmico aumentaram seu controle sobre partes do país – de acordo com relatório publicado em junho de 2018 pelo Inspetor Especial para a Reconstrução do Afeganistão, os insurgentes controlam ou estão lutando pelo controle de 12 províncias, fora as 178 que estão completamente sob controle ou contestadas pelo Talibã. Também, a extrema violência usada pelos grupos relacionados ao Estado Islâmico se traduziu em um número ainda maior de pessoas mortas em ataques ou desabrigadas, de acordo com a ONU. Além disso, o Paquistão continua ameaçando mandar de volta mais refugiados.

Em muitos casos, os convertidos são simplesmente considerados loucos, pois ninguém ousa deixar o islã. Se o novo cristão não voltar à antiga fé, pode acabar em um hospital psiquiátrico, violentado por vizinhos e amigos ou ter a casa destruída. Dependendo da família, ele pode até ser morto. Por outro lado, quando a família testemunha o poder de Cristo na vida do parente convertido a Cristo pode acontecer de toda a família também se converter. Nesses casos, isso deve ser mantido em secreto. Devido à pressão extrema, alguns cristãos têm de sair do país.

Famílias, com frequência, escondem a fé dos próprios filhos. Como eles nunca sabem quem em seu clã foi recrutado pelo Talibã ou Estado Islâmico, eles são muito preocupados sobre em quem podem confiar com relação à fé. O controle social é alto e é difícil esconder a fé recém obtida por um longo período de tempo, especialmente se o convertido tem filhos. Além disso, convertidos estão em uma encruzilhada quando não querem mandar o filho para uma escola islâmica, mas não podem compartilhar sobre a nova fé para a criança também, porque é muito perigoso. Se descobrem que afegãos se tornaram cristãos, seus filhos automaticamente serão tomados e dados para adoção para famílias muçulmanas. Essas crianças serão perseguidas na nova família e escola.

Todos os atos de adoração colocam os cristãos em risco. À medida que todas as "mudanças" religiosas são notadas e relatadas, isso geralmente significa que as famílias precisam se deslocar pela pressão da vizinhança e influência do Talibã ou Estado Islâmico.

O assassinato de uma alemã e o sequestro de uma cidadã finlandesa em maio de 2017 (ambas mulheres que trabalhavam para a agência de ajuda sueca, Operation Mercy, em Cabul), mostra o perigo que enfrentam os cristãos no país. Não está claro se as vítimas foram atacadas porque eram vistas como missionárias cristãs. Por outro lado, de acordo com relatório publicado em maio de 2018, 66% do orçamento do governo afegão depende de ajuda internacional.

  • Cristãos convertidos do islamismo enfrentam pressão de suas famílias, amigos e vizinhos para voltar atrás em sua fé cristã. Dependendo da família, eles podem até mesmo temer por suas vidas. Viver abertamente como um cristão não é possível. Ore por coragem e proteção para os cristãos afegãos.
  • A República Islâmica do Afeganistão não permite conversões do islamismo. É visto como apostasia e traz vergonha para a família e comunidade. Por favor ore para a mudança tomar conta do país. Ore por uma abertura religiosa, além do islamismo.
  • O pequeno número de cristãos convertidos no país deve permanecer escondido. O aumento no nível da violência gera um senso geral de insegurança e não há sinais de melhora previsível para o futuro. Por favor ore por estabilidade e paz no Afeganistão.

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