História
 

Portas Abertas Brasil

No Brasil, a Portas Abertas teve início por intermédio de Elmira Pasquini, hoje com 83 anos de idade. Ela era secretária da União Médico-Hospitalar Evangélica, uma entidade de médicos e enfermeiros que pregam o amor e a salvação de Jesus diretamente aos doentes.

Elmira foi convidada para ir a uma conferência da International Hospital Christian Fellowship (Aliança Cristã Hospitalar Internacional, IHCF), na Áustria, em 1972. Um dos oradores do evento era o Irmão André, que na época também atuava como representante da União Médico-Hospitalar Evangélica na Cortina de Ferro.

Em 1977, Elmira recebeu a informação que o Irmão André passaria pelo Brasil. Em um culto de sábado na Igreja Batista da Liberdade, São Paulo-SP, aconteceu um marco de oração pela Igreja Perseguida.

Naquela noite, milhares de brasileiros entenderam o que se passava ao redor do mundo, principalmente atrás da Cortina de Ferro, formada pelos países comunistas da Europa Oriental. Os brasileiros firmaram o compromisso de ajudar os cristãos perseguidos no mundo em oração e recursos financeiros.

Elmira se correspondeu com o Irmão André para avisar que tinha uma quantia a ser enviada como oferta para a organização, mas ele respondeu dizendo para que ela usasse o valor para iniciar um escritório de Portas Abertas no Brasil.

Foi marcada uma reunião em 1º de maio de 1978 para abrir o escritório brasileiro, onde se determinou a diretoria nacional e os primeiros passos para continuar o trabalho. Elmira fez parte da diretoria por pelo menos mais três anos.

No início, o escritório localizava-se na casa da irmã Elmira, mas algum tempo depois, ganhou um local específico. Como ela já possuía alguns equipamentos, como máquinas de datilografia doados pela União Médico-Hospitalar, o ministério foi crescendo.

Aos poucos, a Portas Abertas oficializou-se no Brasil como sendo o ministério que tem o papel de conscientizar a Igreja Brasileira sobre como servir os cristãos perseguidos ao redor do mundo.